Tão perto e tão longe.
10/02/2017 14:55 / 2,182 visualizações / 7 comentários

 

Olá! Nesse último final de semana, tivemos a Grande Final do CLM 8, dessa vez para mim apenas no Modern.

 

Para eu poder focar em apenas um formato, resolvi começar meu fim de semana jogando o GPT Porto Alegre no sábado, e a Grande Final apenas no domingo. Primeiramente, gostaria de deixar os parabéns para a organização do evento, que a cada edição se supera ainda mais, sendo uma honra poder participar de novo dessa enorme festa. 

 

Torneios com premiações atrativas no evento principal e nos paralelos, local espaçoso e apropriado, e um destaque para o imenso fair play de todos os jogadores em todos os torneios, aspecto que me foi comentado mais de uma vez dentre os jogadores que conversei e joguei contra durante o dia, alguns até em seu primeiro grande torneio. Mal posso esperar para a próxima edição, que já tem data marcada e será novamente no Frei Caneca, em Julho desse ano!


Essa foi a lista que eu utilizei para os dois dias de evento, nenhuma surpresa para quem acompanhou minhas postagens de Janeiro com o Road to CLM Modern:


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[deck=513343]

 

95% do deck já é unanimidade entre os pilotos do Ad Nauseam no Modern, então vou comentar algumas das escolhas que considero “diferentes” que adotei. Na mana base, gosto de ter 1 Planície, contra os decks de Blood Moon, e para buscar com Ghost Quarter, e o 1 Dreadship Reef complementa o plano do side com o 2°, contra os decks que vão quebrar o seu Pentad Prism /subir Stony Silence no pós-SB.
 

 

O Dreadship Reef também é uma adição pertinente contra os decks com anulações, como Jeskai, Grixis e na Mirror, economizando slots no side subindo tanto contra quem interage com Pentad Prism e nas partidas em que Boseiju, O Que Tudo Protege entra. Não gosto tanto do Boseiju já que além dele entrar virado e ir comendo sua vida caso precise ir conjurando outras mágicas, se por ventura o deck chegar à vida negativa com Phyrexian Unlife, ele não gera mais mana.

 

Gemstone Mine e as Fast Lands, pelo mesmo motivo de não auto-infligirem dano, ganham a preferência sobre City of Brass, e seus drawbacks são perfeitamente contornáveis frente o que considero uma grande vantagem no Modern, onde decks agressivos são constantemente desenhados para causarem 15/17 de dano já contando as fetchlands do oponente. O quarto Phyrexian Unlife no deck principal também segue, focando em maximizar o Combo no G1, melhorar o matchup contra Aggros e podendo ser uma das cartas cortáveis em um plano de side que requeira a entrada de mais cartas.


Quanto ao Sideboard, o 4° Pact of Negation me agrada contra os decks de counters (complementando a ausência de Boseiju) e especialmente contra outros decks de Combo e decks não-interativos, como Mirror, Tron e Infect. Wear (Wear/Tear) excedeu às expectativas, e é uma das cartas que eu consideraria aumentar a quantidade em prol de Hurkyl’s Recall para um ambiente com menos expectativa de Affinity e mais Blood Moon, o que não foi o caso do CLM, que contou com 3 Affinity no Top 8, embora eu mesmo não tenha enfrentado nenhum em ambos os dias.

 

O GPT de Sábado

 

Sem vaga para o Standard, joguei o GPT Modern para um modesto 5-2 terminando em 15° lugar. Venci de Grixis Control, G/W Tron, Naya Burn, Merfolks e Mardu Midrange, e perdi para R/G Tron e Bant Reliquary Combo.


Contra o Grixis Control, meu oponente não tinha muita experiência de jogar contra Ad Nauseam, e em um dos games tentou um Cryptic Command na Lotus Bloom, me permitindo resolver um Ad Nauseam com facilidade, mesmo sendo de maneira geral um matchup tranquilo já que ele não tem descartes, como Thoughtseize e Inquisition of Kozilek. G/W Tron, Naya Burn e Merfolks são também favoráveis, onde o que aconteceu nos games foi mais ou menos o esperado: combo sem que eles pudessem interagir significativamente. 

 

Contra o Mardu Midrange, eu estava 4-2 e meu oponente 3-2-1, e ele concedeu para mim já que eu ainda teria alguma chance de passar caso alguns jogadores do Top 8 dropassem (que, embora tenha sido o que aconteceu, as vagas acabaram não caindo e quase ninguém ficou para jogar pelo BYE 2). Jogamos duas partidas em um ritmo bem mais descontraído, e combei rapidamente nos dois jogos, com Leyline of Sanctity fazendo a diferença no G2.

 


 

Perdi para R/G Tron em 3 games disputadíssimos, onde o que eu venci ele fez Karn Liberated e 2 Ulamog, the Ceaseless Hunger, mas no fatídico game decisivo falhei em encontrar o Ad Nauseam em tempo hábil e combar. Contra Bant Reliquary, em um dos games ele mulligou para uma mão mais lenta, mas que tinha Slaughter Games de turno 4 e me travou, já que não encontrei o único Laboratory Maniac  antes dele me matar com o beatdown.

 

A Final CLM Modern

 

Listei as mesmas 75 do GPT para as 8 rodadas de CLM, onde minhas vitórias foram contra R/W Prision, Mirror de Ad Nauseam, R/G Tron, Mono Blue Turnos Extras, B/W Eldrazi and Taxes e Abzan Midrange, e as derrotas para Mirror de Ad Nauseam e R/G Tron.


Quem acompanhou o metagame breakdown na final notou uma boa quantidade de gente usando o Ad Nauseam, representatividade até maior do que em outros ambientes, como na gringa e/ou no Magic Online. Alguns fatores contribuíram para tal fenômeno: o fato de ter sido um dos decks que foi favorecido pelos banimentos (com o enfraquecimento do Infect, disparado o pior matchup) combinado a uma disseminação maior do deck na própria internet, tanto aqui na LigaMagic, onde escrevo sobre o deck frequentemente, como em outros sites como a CFB, em que outros pros, como Andrea Mengucci, sempre “vendem o peixe” do baralho. Inclusive, nessa edição do CLM o Igor Dias fez Top 8 na Final com o baralho.


Logo na primeira rodada, enfrentei o Rodolfo Roberto, em uma mirror de Ad Nauseam em que ele mesmo me disse ter sido influenciado na escolha do deck pelos meus artigos publicados anteriormente. Uma das coisas mais legais de escrever sobre o jogo que tanto amamos é quando isso se reflete nesse tipo de contato, e além de agradecido pelo feedback fico feliz em ter de alguma forma contribuído para o crescimento do Rodolfo com o baralho.

 

A partida em si já foi mais complicada para o meu lado. Na mirror de Ad Nauseam, poucas cartas importam: Angel's Grace, Pact of Negation e Laboratory Maniac, além, é claro, do Ad Nauseam. Se o oponente passar com uma mísera mana em pé, é impossível partir para o combo rápido com Lightning Storm, e o Rodolfo só não foi punido no G1 por tentar combar dessa maneira porque ele tinha suspendido duas Lotus Bloom, permitindo tentar o combo de Maniac com ele no play, após eu usar Angel's Grace contra o Lightning Storm dele. No G2, o fato dele usar Tolaria West, e eu nã,o foi relevante, já que ele pôde ir atrás de mais Pact of Negation para combar com mais segurança, e quando ele resolveu o Laboratory Maniac eu só pude usar alguns Angel's Grace para adiar minha derrota.
 

 

Abrindo 0-1, enfrentei R/W Prision na segunda rodada. No primeiro game ele comprou a “parte errada” do baralho, fazendo um Gideon Jura de turno 3 com dois Simian Spirit Guide e mais nada, mas que não foi rápido o bastante para me matar antes de eu encaixar meu combo. No G2 ele me travou com Blood Moon e amigos, enquanto que no G3 eu floodei infinitamente sem conseguir fechar o combo. Após vários turnos de draw-go, eu já tinha utilizado Wear (Wear/Tear) para lidar com algumas permanentes, ele tinha um Chalice of the Void para 1 que eu estava segurando para responder com um Hurkyl's Recall. Em um determinado ponto do jogo, ele pôde sacrificar a Nahiri, the Harbinger para buscar um Emrakul, the Aeons Torn, me atacar, e ainda assim eu tinha permanentes e vida suficiente para tentar o combo na volta – no final desse turno, ele põe o Emrakul no cemitério, eu aponto que ele volta para a mão, ele retorna e tenta fazer um Chalice of the Void para 2, só que como o Emrakul voltou para mão com efeito da Nahiri, o turno já acabou. Com isso, consigo devolver o Cálice para 1 com Hurkyl’s e comprar o Ad Nauseam na última draw possível e combar.

 

Na terceira rodada, enfrentei o Claudinei Jr. também com Ad Nauseam. Dessa vez venci por 2x0, mas em games de bastante estudo e respeito ao Angel's Grace alheio. No G1 consegui combar, e parti direto para o combo de Maniac guardando todos os Pactos/Graces na mão pós-combo, e tudo que ele pôde fazer foi adiar com Angel’s Grace. Já no G2, um Wear/Tear de começo quebrando Pentad Prism e Phyrexian Unlife dele o atrasou muito, e após muitos turnos de ninguém fazer nada, ele começou a me pressionar com Simian Spirit Guide, eu desci alguns dos meus para trocar, mas ele acabou ficando na vantagem  dos macacos e ia me batendo 4 por turno. Quando achei o 

Thoughtseize, usei, ele revelou a mão, e sem Angel's Grace o caminho estava livre para combar da minha parte.
 

As duas partidas seguintes foram mais tranquilas, já que tanto Mono Blue Turnos Extras e R/G Tron são matchups favoráveis, devido à falta de interação e clock lento. O caso do Mono-U é ainda mais grave, já que ele precisa das Howling Mine/Dictate of Kruphix para fazer o jogo fluir, o que me ajuda a achar as peças certas, e resolver feitiços que custam 5/6 manas contra um deck que comba em velocidade instant e possui 4 Pact of Negation pós-SB é uma tarefa complexa.

 

A sexta rodada, contra B/W Eldrazi and Taxes, já exigiu mais em termos de emoção. No G1 ele interage com minha mão usando Tidehollow Sculler, descartes e um clock rápido, e eu não tenho a menor chance. No G2, Leyline of Sanctity me dá tempo para combar com tranquilidade sem enfrentar interações significativas. Já no G3, mulligo para uma mão sem Leyline, só que ele vem sem descartes, e a decisão-chave da partida ocorre quando uso um Thoughtseize e vejo dois Anguished Unmaking e um bicho, tendo Ad Nauseam e Spoils of the Vault na mão, e uma Lotus Bloom para resolver (já que a outra foi respondida com Wasteland Strangler). Minha linha de raciocínio foi que valia mais a pena arriscar o Spoils of the Vault para Angel's Grace enquanto eu ainda tinha uma quantidade alta de vida e poderia sacrificar a Lotus em resposta a um dos Anguished, do que esperar ter minhas permanentes respondidas caso eu comprasse um Phyrexian Unlife, ou ele colocar o bicho a mais na mesa me clockando mais rápido e diminuindo meus cards a serem vistos com Spoils. Opto por tirar o bicho, e um turno antes da Lotus entrar, Spoils no passe acerta o Angel's Grace depois de virar poucas cartas e vou para o combo certinho em resposta ao Anguished Unmaking na Lotus.

 

Estando 5-1, a sétima rodada valia a possibilidade de dar ID para entrar no Top 8, ou ao menos a chance de continuar vivo na competição. Enfrento o Carlos Alberto, finalista do CLM 8 de R/G Tron, em partida que foi stremeada pela coverage do evento. Em teoria, um excelente matchup, mas em que as coisas acabaram não saindo tão bem quanto o esperado, e que pela terceira vez nos últimos três eventos grandes Modern que joguei acabei perdendo (RPTQ, GPT e agora no CLM). 
 

No primeiro game, mulliguei a 5, e ele na play fez um Karn Liberated rápido, que começou a atacar as minhas manas – em vários momentos do G1, fiquei a uma mana de efetuar o combo, mas com o mulligan a 5 e o clock que ele colocou na mesa não consegui me reestruturar antes dele fechar a partida. Já no G2, ele subiu Pithing Needle e nomeou Lotus Bloom, o que não impede o artefato de funcionar já que é uma habilidade de mana. Aliado a ausência de um clock significativo, combei com tranquilidade nesse game. No G3, anulo um Karn Liberated  rápido dele com Pact + Angel's Grace, e com Thoughtseize consigo tirar um Ulamog, the Ceaseless Hunger. Em seguida, ele faz um Wurmcoil Engine, que sei que é a última ameaça da mão dele, e tenho a opção de anular com outro Pact, mas que me custaria uma Lotus Bloom para pagar. Como sei que o Tron é um deck repleto de ameaças e consistência para encontrá-las entre Sanctum of Ugin e Ancient Stirrings, opto por deixar o Wurmcoil resolver, já que três turnos para tentar fechar o combo me deixam com mais chances do que perder a Lotus, ele fazer outra ameaça, e aí eu ter de recompor também nas manas para combar. Entretanto, 5 turnos depois com meu Phyrexian Unlife na mesa e alguns cantrips feitos, não consigo achar o Ad Nauseam e minhas chances de Top 8 acabam ali.

 

 

O plano de SB contra o Tron consiste, geralmente, em sidear os Spoils of the Vault , já que como ele não interage com o combo e nem tem um clock rápido, você não quer correr o risco de perder para o próprio Spoils. Em seus slots, entram Thoughtseize e Pact of Negation, justamente para ganhar tempo contra as bombas (em especial Karn Liberated e Ulamog, the Ceaseless Hunger).  Estatisticamente falando, tanto no jogo 3 contra o Carlos, quando nos outros games que perdi no RPTQ/GPT, era para ter encontrado um dos 4 Ad Nauseam pela quantidade de cartas manipuladas entre draw steps, vidência e cantrips.

 

Não descarto também a possibilidade da bad beats ter acontecido 3 vezes seguidas, mas há de se considerar que os Spoils aumentam significativamente a consistência em fechar o combo e que talvez não deveriam sair. É possível que um plano que envolva sidear alguns Pentad Prism  (alvos de Nature's Claim) por Dreadship Reef/ interações, mantendo os Spoils, e acelerando com Lotus Bloom/Símio seja uma alternativa, que tentarei colocar em prática nas próximas vezes que enfrentar o Tron, ou até mesmo um sideboard mínimo subindo somente o quarto Pact of Negation, e nenhum Thoughtseize, para manter o baralho o mais intacto possível.
 

 

A oitava e última rodada joguei contra Abzan Midrange, onde combei tranquilamente nos dois jogos – geralmente o clock dele é mais lento que o do Jund, ao usar Lingering Souls e Path to Exile, ao invés de criaturas mais rápidas e dano direto, na forma de Lightning Bolt e Kolaghan's Command (que também interage com os artefatos de mana).
 

O meu resultado do CLM foi um misto de sensações, já que fiquei bastante satisfeito em ter conseguido roubar vitórias em 3 matches que são equilibrados para desfavoráveis (R/W Prision, Eldrazi and Taxes e Abzan), embora com derrota em um matchup bom (R/G Tron). O resultado final de 6-2, embora não seja um grande resultado, não é completamente medíocre (pude até ajudar o amigo LuCaparroz a ganhar o bolão em 4°, já que o patocards desistiu de seu prêmio!), batendo na trave na hora de conseguir alguma premiação ao terminar em 17° pelos critérios de desempate ruins.
 

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Esse final de semana marcou também um grande acontecimento para o Magic Nacional, e não poderia fechar o artigo de hoje sem prestar lembranças à vitória do Lucas Esper Berthoud, o “bertu”, no Pro Tour Aether Revolt. Um nome que sempre foi importante no cenário brasileiro, muitas vezes até injustiçado quando nos lembrávamos dos grandes jogadores do nosso país, mas que chegou em grande estilo e merecimento ao lugar que sempre trabalhou duríssimo para chegar.


Quem acompanha a LigaMagic desde os tempos mais antigos, certamente vai se lembrar de grandes contribuições em termos de artigos de teoria e reports de torneios do Bertu, os quais destaco o Report de Campeão Nacional Brasileiro em 2007, a Análise de Erros no Top 8 do Worlds 200,4 e a adaptação para o português do clássico Who’s the Beatdown do Mike Flores, que ajudaram e inspiraram muitos jogadores, inclusive esse que vos escreve. Parabéns Bertu!


Abraços e até a próxima!

 


Matheus Akio Yanagiura (VIP STAFF sandoiche_13)
Matheus Akio Yanagiura, mais conhecido como "Sandoiche", começou a jogar em 2003, em Flagelo. Está constantemente grindando torneios na Grande São Paulo e em Santos, onde é parte do Team House of Cards TCG. Como grande entusiasta do Magic, principalmente do competitivo, Sandoiche está sempre acompanhando todo o tipo de conteúdo publicado, buscando aprender e evoluir o quanto puder. Começou a publicar artigos sobre Magic periodicamente em 2012, colaborando para o Blog da Ligamagic desde 2015.
Redes Sociais: Facebook

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Comentários

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ShiroCtba (14/02/2017 17:26:49)

@ontopic

eu nunca dou side-out em spoils
não sideio NADA contra tron. não precisa. o plano de jogo deles encaixa perfeito com o seu (pra vc).

meus sides mais comuns são 1of de cada função do deck, sempre buscando não tirar mais do que 4 cartas a menos em matchs que exijam isso. contra clocks rápidos, costumo tirar as lotus bloom e jogar controle de mesa pra dentro, tem funcionado muito bem.

desde que comecei a ler as dicas do Matheus e jogar mais com o deck (cerca de 45 dias), tenho um retrospecto espetacular de 15-4-1, isso levando em consideração que eu não sei jogar Magic.

ShiroCtba (14/02/2017 17:23:11)


eu acho a melhor carta do deck
é win condition dependendo da sua mão (e se ad nauseam tomar surgical)
interage massa com phyrexian unlife, os templos e cantrips (jogando as cartas q vc não quer millar pra baixo)
é instant, graba o combo se não tiver vindo uma das 4of dele (vc tem uma possibilidade sinistra de revelar uma delas nas suas 5 primeiras cartas)

é só não jogar tendo os 4 macacos, lightning storm e maníaco escondidos no deck. de resto eh insano, mto bom mesmo.

Raphael__ph (13/02/2017 22:48:27)

"Não descarto também a possibilidade da bad beats ter acontecido 3 vezes seguidas"
Perdeu pq deu mole msm. Sem mimimi, faz parte do jogo.

Raphael__ph (13/02/2017 22:47:24)

"Não descarto também a possibilidade da bad beats ter acontecido 3 vezes seguidas"
Perdeu pq deu mole msm. Sem mimimi, faz parte do jogo.

ThorNeira (12/02/2017 12:21:17)

Não curto Spoils! Às vezes ele me faz perder... tem que saber a hora de usar

tattoowalker (10/02/2017 20:58:06)

Muito bom report.. Magic e muito foda!!

ShiroCtba (10/02/2017 15:10:42)

Report muito bom!
Não gosta de Peer Through Deeps?