Laboratório de Commander
16/02/2017 10:00 / 4,389 visualizações / 9 comentários

 


Aloha, cremosos! Como vão vocês? Hoje vamos sentar nossas bundas nas cadeiras e falar um pouco sobre Teoria, Técnica e Mesão do Amor; sejam muito bem-vindos à sala de aula do Laboratório de Commander!

 

Como vocês já perceberam, desde o começo do ano o nosso querido Lab está abordando mais assuntos, a fim de englobar mais partes do Commander e preencher uma lacuna há muito existente, que é a falta de conteúdo em PT-BR. A partir do que vocês já comentaram comigo e das conversas com os amigos, fui identificando assuntos mais cruciais para serem abordados e aos poucos eles estão sendo introduzidos no nosso Laboratório de Commander. Já falamos sobre Budget na Ala de Testes, Guias na Biblioteca do Planeswalker, também já comentamos os destaques da coleção mais recente e, hoje, vamos falar um pouco mais sobre a parte teórica do jogo, começando por um tema muito debatido em outros formatos, mas que nem sempre é lembrado no Mesão do Amor: os arquétipos.

 

No artigo "Archetypes and Themes", que você pode encontrar aqui, o autor define arquétipo como o que o seu deck tenta alcançar, ou seja, o que ele quer fazer na mesa e no jogo para chegar à vitória. Ele ainda diz que "tema" é o modo que você se utiliza para atingir esse objetivo. Para exemplificar, poderíamos dizer que um Karador, Ghost Chieftain melhor se encaixa em um deck do arquétipo Control, que tenta atingir seu objetivo através de dois temas: Reanimator e Toolbox. Apesar de considerar desnecessária essa divisão, da forma como o autor colocou, ficou bem simples e didática. Aqui vamos trabalhar apenas com a ideia de Arquétipos e vamos tentar englobar o máximo de estratégias possíveis nele.

 

Primeiro é importante definirmos que existem quatro Arquétipos principais no jogo, já bem conhecidos, e todos os outros podem ser encaixados dentro deles ou de suas combinações: Control, Aggro, Combo e Midrange. Hoje vamos falar sobre dois deles, Control e Aggro, e vamos ver algumas opções de decks e direções dentro deles.

 

Control

 

 

Apesar de ser o Arquétipo mais abertamente odiado, também é o mais utilizado no Mesão, já que você tem o objetivo de vencer e precisa parar seus oponentes, de uma forma ou de outra. Provavelmente a primeira coisa que a maioria dos jogadores pensa quando falamos sobre esse arquétipo são as anulações e os decks com azul, como se essa fosse a única forma de controlar o jogo. Mas o Control é muito mais do que isso, esse arquétipo tenta segurar os grandes problemas da mesa enquanto constrói uma estratégia sólida para alcançar a vitória, performando muito bem em jogos demorados e com menos jogadores, já que quando enfrenta mais de três oponentes, a tarefa de controlar todos fica bem mais difícil.

 

Para os que não jogam de azul, não adianta reclamar de controle através de anulas quando você joga um Myojin da Furia Infinita e limpa os terrenos da mesa, ou quando aquele Comando Austero entra e leva embora as permanentes dos cremosinhos que estão jogando com você. Se você reclama de controle, mas gosta de mandar um Kozilek, Carniceiro da Verdade aniquilando a mesa do amiguinho no turno 4, você não tem o direito de reclamar. Entendidos? Obrigado.

 

 

No Duel Commander, quando a regra ainda envolvia 30 pontos de vida, era muito comum ver decks Control dominando o formato, com generais como Tasigur, a Presa de Ouro, Arbitro-Mor Agostinho IV ou Daretti, Sabio da Sucata. Depois da mudança de regra, os decks perderam um pouco de espaço, mas ainda seguem firmes aparecendo com frequência em diversos campeonatos, liderados, por exemplo, por Leovold, Emissary of Trest, Breya, Moldadora de Etherium ou Geist of Saint Traft (que mescla aspectos dos arquétipos Aggro e Control). Com maior quantidade de pontos de vida, os Control tinham mais tempo para erguer seus castelos e montar suas estratégias, depois de terem diminuído os pontos os Aggros foram favorecidos.

 

Por ser um arquétipo muito versátil, é comum encontrar decks Control que fazem pouco uso de seu general, às vezes o utilizando apenas pela combinação de cores ou por ser uma carta com uma arte legal ou mesmo pela história daquele general. Foi assim que entrei no Commander, apaixonado pela Oona, Rainha das Fadinas, que só aparecia no jogo no momento de combar. Mas isso não é uma regra, e é possível utilizar generais que sejam sinérgicos com sua estratégia, independente de para qual lado do Control você decidir seguir.

 

Além da versatilidade, esse arquétipo proporciona, por mais contraditório que pareça, um pouco de paz ao jogo, mesmo que seja no estilo "Guerra de Trincheira". Sempre que um deck Control está no Mesão, os jogadores pensam várias vezes antes de fazerem suas jogadas elaboradas, com receio de serem anulados, de terem suas criaturas destruídas ou de perderem suas permanentes. Esse aspecto proporciona um ar saudável ao jogo, fazendo com que as pessoas se preocupem em interagir com os oponentes, verificando a mesa dos amiguinhos, suas reservas de mana e pensando em estratégias para não ser alvo do Control. Jogar contra um deck assim testa suas habilidades e te faz melhorar enquanto jogador, já que você deve estar preparado para a resposta do outro; da mesma forma, jogar com um deck Control requer muita habilidade, noção de Magic e conhecimento do seu próprio baralho. 

 

Justamente por requerer um nível de habilidade alto, esse arquétipo é menos recomendado aos iniciantes, que podem optar por estratégias e arquétipos mais simples ao adentrarem no universo do Magic (e do Mesão do Amor). Enquanto decks como Azami, Dama dos Pergaminhos ou Oloro, Ageless Ascetic exigem um alto nível de estratégia e conhecimento acerca do Magic, das interações das cartas e do timing certo de se jogar, decks como Krenko, Chefe da Turba, que são agressivos, são mais recomendados para quem está começando, já que a estratégia é simples: bater nos oponentes até vencer. E antes que alguém diga alguma coisa, não estou desmerecendo os Aggros, vou falar sobre eles daqui a pouco e retomamos o assunto.

 

 

Se, por um lado, o Control é um deck que deixa a mesa mais amigável, por outro, não são todos os jogadores que concordam que esse é um estilo legal de se jogar. Quando se está jogando contra decks desse arquétipo, pode ser bastante frustrante ver o jogo passar dos vinte minutos sem conseguir fazer muita coisa até então, já que o deck está exercendo sua função e anulando suas mágicas, removendo suas permanentes e impedindo suas criaturas de atacarem. É neste ponto que a experiência de um bom jogador fala mais alto: se você é um bom piloto de um deck Control, vai fazer o possível para tirar o máximo de seu deck sem frustrar completamente o jogo dos oponentes, afinal não adianta muito ter uma Narset, Mestra Iluminada com dez cartas de turno extra se não te chamarem para jogar. 

 

Existem diversas formas de montar um deck Control, e enquanto a mais conhecida é a clássica combinação de anulações, você pode também optar por construir um deck que rode efeitos de sacrifício, como Meren of Clan Nel Toth, muitas remoções globais, com Zurgo Quebra-elmo, ou até mesmo uma lista cheia de descartes, como esse Nath de Folha D'Ouro abaixo:

 

[TT&MdA] Nath de Folha D'Ouro - Commander
2017-02-15

Jogador

loterio

Visitas

4651

Código Fórum

[deck=520514]
Main deck (99 cartas)

35 terrenos

27 criaturas

37 outras mágicas

Sideboard (15 cartas)

1 criaturas

  • Menor Preço

    R$ 90,00

  • Preço Médio

    R$ 437,75

  • Maior Preço

    R$ 1.600,00

 

Dentro do macro-arquétipo Control situam-se os decks no estilo "Pillow Fort" (Forte de Travesseiros), que tem por objetivo construir uma mesa baseada em se defender de todas as formas possíveis, não necessariamente controlando ativamente os oponentes, mas impedindo que eles façam muitas coisas, como comprar cartas demais, atacar e ativar habilidades. Decks brancos destacam-se nesse estilo e podem ser uma dor de cabeça aos oponentes desavisados. Abaixo, deixo uma lista de Thalia, Guardia de Thraben Pillow Fort, que fiz há um tempo atrás, mas  acabou ficando apenas no papel.

 

Thalia, Guardian of Thraben - Commander
2016-10-10

Jogador

loterio

Visitas

4773

Código Fórum

[deck=435769]
Main deck (99 cartas)

35 terrenos

30 criaturas

34 outras mágicas

Sideboard (15 cartas)

1 criaturas

  • Menor Preço

    R$ 88,50

  • Preço Médio

    R$ 147,73

  • Maior Preço

    R$ 249,75

 

 

Recentemente os jogadores de azul foram presenteados com Baral, Chefe da Conformidade e eu tenho certeza que ele será o motivo da discórdia na grande maioria dos Mesões no qual ele aparecer. Eu, como um amante do Control e jogador desse arquétipo, já comecei a montar o meu. O grande problema de decks assim, como também é o caso de Azami, Dama dos Pergaminhos, é que é preciso muito cuidado para não ser chato demais e perder os amigos.

 

Ainda pior do que os controles de grupo que se baseiam em remoções e anulas, o maior vilão no Control são os famosos Stax, um arquétipo que tenta, basicamente, impedir que os oponentes façam qualquer coisa, não dando chance para que baixem terrenos, tampouco para desvirá-los, tudo tem um custo e a mesa fica, como o nome do arquétipo sugere, estagnada. No Mesão do Amor é comum ver decks assim sendo comandados por Teferi, Temporal Archmage ou Hokori, Sorvedor de Poeira e, no Duel Commander, pela Braids, Assecla da Cabala. Utilizando-se de cartas como Orbe Hibernal, Chamine, Orbe Estatica e Arame Emaranhado, o jogo fica massante, cansativo e você tem a impressão de que sua vida não está valendo a pena. O Stax é uma forma muito mais bruta de estagnação do que o Pillow Fort, minando os recursos dos oponentes enquanto os impede de fazer qualquer ação.

 

 

Para finalizar, vale lembrar que a posição Control está presente em todos os decks, mesmo que não pareça, já que no Mesão do Amor se faz necessário colocar um pouco de limites nos cremosos que estão jogando conosco e são as cartas desse arquétipo que proporcionam isso. Se você está começando agora a se aventurar pelo Control no Commander, saiba que pode demorar um pouco para se acostumar com o estilo de jogo, e que muitas derrotas virão até que você tenha pleno controle sobre seu deck, aproveitando-o em todo seu potencial. Não desanime, peça ajuda e, mais importante do que tudo, pratique, jogue até enjoar e depois jogue mais um pouco!

 

Aggro

 

 

Esse é, com certeza, o melhor arquétipo para os iniciantes aprenderem a jogar Magic, devido a sua simplicidade no que se propõe a fazer. Mais uma vez, não é por ser um estilo mais simples que ele é pior do que os outros, ele é apenas mais objetivo, tornando-o uma ótima opção para os que estão começando e, claro, para todos os jogadores que gostam desse estilo de jogo, qualquer que seja sua familiaridade com o Commander.

 

O Aggro tem por objetivo matar todos os amiguinhos na base da pancadaria, e todos gostam de um pouco de força bruta quando o assunto é Mesão, afinal, decks desse arquétipo são bastante populares e eu tenho certeza que todos que jogam Commander tem, ou já tiveram, um deck Aggro. Com um estilo de jogo rápido e explosivo, são decks que costumam crescer rapidamente nos primeiros turnos e, caso não sejam parados, engatam um efeito bola de neve e levam o jogo em poucos minutos. 

 

Decks Aggro, no geral, são muito bem vistos por todos na mesa, pois são contornáveis e, mesmo quando crescem em um nível que não é mais possível segurá-los, o jogo logo acaba e pode-se começar outro, permitindo que aqueles que estão perdendo já partam para um novo jogo, onde as chances de vencer são melhores. São muito divertidos de se pilotar, principalmente quando se pode montar seu tribal preferido e partir para a agressão, no geral Elfos, Goblins e Soldados. Um dos problemas enfrentados por esse tipo de deck é que o jogo pode se tornar bastante repetitivo, já que sua estratégia independe da estratégia dos oponentes, e seu objetivo é ganhar o jogo logo, atacando com o máximo possível. Disso vem a importância de se variar os arquétipos dos decks, contruindo alguns que englobem variados estilos, permitindo o revezamento deles nas partidas para evitar enjoar de seus baralhos.

 

No atual cenário do Duel Commander é possível ver vários decks Aggro disparando nos primeiros turnos e ganhando o jogo rapidamente, ao engatarem ataques bem sucedidos repetidamente. Os atuais vinte pontos de vida favoreceram os Aggro e é possível ver algumas Jenara, Asura da Guerra, Titania, Protector of Argoth e Saskia, a Inabalavel tendo grandes participações e destaque nos campeonatos. Abaixo, segue a lista da Titania pilotada pelo jogador Paulo Bazzegh, no Duel Commander Semanal da Academia de Jogos. Para os entusiastas do Commander competitivo, é uma boa lista para se prestar atenção, pois é um deck que vem ganhando cada vez mais espaço.

 

[TT&MdA] Titania, Protector of Argoth - Paulo Bazzegh - Duel Commander
2017-02-15

Jogador

loterio

Visitas

4465

Código Fórum

[deck=520530]
Main deck (99 cartas)

40 terrenos

32 criaturas

27 outras mágicas

Sideboard (15 cartas)

1 criaturas

  • Menor Preço

    R$ 300,00

  • Preço Médio

    R$ 404,35

  • Maior Preço

    R$ 550,00

 

É importante lembrar que os decks, no geral, não necessariamente se encaixam em um único arquétipo e existem várias intersecções possíves. Se juntarmos os dois arquétipos que estamos vendo hoje, podemos formar combinações fortes, como um Aggro-Control, liderado por uma Kaalia of the Vast. Percebam que ambos os decks procuram ganhar na pancadaria, mas a Jhoira controla o jogo até o momento certo de colocar suas bombas na mesa, enquanto a Kaalia vai enchendo seu campo e controlando os oponentes conforme se sente ameaçada. E o que ambos tem em comum? A cor vermelha, símbolo maior do arquétipo Aggro, da mesma forma que o Azul é mais associado ao Control (apesar de eu achar o branco bem mais controlador).

 

Não poderia deixar de citar os decks baseados em fichas dentro dos Aggro, já que tem ganhado cada vez mais espaço no Commander, principalmente depois do lançamento de Segunda Colheita. Comandados, geralmente, por Rhys, o Redimido, Trostani, Voz dos Selesnya, Krenko, Chefe da Turba ou Omnath, Locus de Furia, são decks que apostam em encher o campo com criaturas, muitas vezes pequenas em poder e resistência, e criar um ataque maciço, comumente coroado por Behemoth Crateropode ou Ultrapassar. A maior vantagem desse estilo de deck é que perder criaturas não costuma ser o fim do mundo, pois fichas se reproduzem rapidamente e logo o campo está abarrotado mais uma vez; porém sucessivas remoções globais podem ser uma pedra no sapato, principalmente para jogadores mais inexperientes. Na Ala de Testes do Laboratório de Commander, tivemos uma Zada, Moedora de Edros, estrelando nosso episódio X, que adorava encher a mesa com fichas, e você pode encontrar o link para este artigo aqui.

 

 

Para encerrar o arquétipo Aggro, vale lembrar que ele costuma ser associado como uma boa opção contra decks Control, mas essa relação se dá principalmente nos formatos 1x1, o que não é o caso do Commander Mesão. Essa relação, em um formato multijogadores, é muito mais fluida, e fica difícil estabelecer uma ligação tão simplista entre dois arquétipos tão grandes e com tantas possibilidades de exploração.

 

E por hoje é isso, cremosos. Espero que vocês tenham gostado da parte de Teoria, Técnica e Mesão do Amor do nosso Laboratório de Commander e que isso ajude vocês a entenderem mais dos arquétipos e onde vocês e seus estilos de jogo melhor se encaixam. Semana que vem trago os outros dois macro-arquétipos que faltam, Combo e Midrange, e ao longo das colunas, voltaremos a falar mais especificamente de um ou outro arquétipo menor que seja interessante de ser explorado. Dúvidas, críticas e sugestões são muito bem-vindas.

 

Obrigado por ficarem comigo até aqui.
 

See ya!

 


Lucas dos Santos Loterio (VIP STAFF loterio)
Depois de um hiato de oito anos, voltou a jogar Magic em 2014, e foi conquistado pelo Commander. Esboça escritos desde a adolescência e decidiu unir suas paixões trabalhando como redator. Adora criar listas de decks que sabe que nunca vai montar, sua combinação de cores favorita é Orzhov, tem xodó por sua Kaalia e está sempre pronto para um Mesão do Amor.
Redes Sociais: Facebook, Instagram

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Comentários

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Aramistrevor (05/03/2017 21:27:59)

Bom dia, boa tarde ou boa noite (dependendo da hora que veja o meu post). Você poderia dar sua opinião no meu deck? Se bem que recentemente mudei algumas cartas ele estava assim:
https://www.ligamagic.com.br/?view=decks/view&deck=523567

Meu primeiro deck de Commander e ainda estou em processo de fechar o deck buscando cartas novas.

VIP STAFF loterio (21/02/2017 16:44:32)

Já podemos perceber que você é o amigo que deixa de ser convidado. hahahahaha Deus me livre de Narset, Jesus!
Abração ;D

Muito obrigado <3 <3 <3

Ah, que massa que curtiu. Brigadão <3

Que bom, cremoso! Fico contente! ;D

Que bom que curtiu, cremoso! A gente tem se esforçado pra trazer conteúdos bons em PT-BR, que bom que está dando certo :)

Eu fico felizão que tu curtiu, cremoso! :D A ideia é unir teoria e prática mesmo, fica mais gostoso de ler artigos assim. Aliás, esse Nath tá uma delicinha, né? Tenho um amigo que joga com um, é muito divertido.

Po, queridão, a linda da Oona já estrelou nosso Laboratório de Commander! O link pro artigo é esse aqui: https://www.ligamagic.com.br/?view=artigos/view&aid=1011 espero que curta ;)

alexandresoel (17/02/2017 15:58:48)

Já que você mencionou a Oona, faz uma decklist em um artigo sobre ela.
Íamos amar a diva das fadas aparecendo aqui!

TheSomberlain (17/02/2017 04:11:37)

Belo artigo, ainda mais sobre as partes que tu fala sobre as estratégias no mesão do amor, onde jogo os mesões são bem competitivos mas o pessoal mantem o bom senso de tentar ganhar mas também deixar os amiguinhos jogarem.
Ps: essa lista do Nath me deixou com vontade de montar um, absurda essa interação com o Hipnotizador Sádico!!!

JOILSON (16/02/2017 19:41:17)

Artigo maravilhoso. E concordo, é muito difícil achar material sobre commander em BR. Tá de parabéns brother

sonofEphara24 (16/02/2017 15:59:42)

Muito bom!
Com pouco tempo no commander sempre senti um pouco de dúvida, principalmente onde meu deck se encaixava, ajudou bastante!

Professor_RJ (16/02/2017 15:04:58)

Magistral!
Parabéns pelo excelente trabalho e escrita primorosa!

Mestrao (16/02/2017 14:06:50)

Artigo perfeito. Cientificamente escrito, é disso que a Liga precisa.

Skywalker13 (16/02/2017 13:27:33)

Muito bom! Curti a menção honrosa a Narset...Huehuehue
E bateu uma saudade de jogar com a Azami S2

Participe de um dos maiores eventos de Magic: The Gathering da América Latina