O mundo do marketing no Magic
21/04/2017 15:40 / 1,472 visualizações / 0 comentários

 

Cartas com design distintos, muita variação dos personagens e um toque artístico profissional que torna o Magic: The Gathering ainda mais especial para quem joga. 
A beleza visual do jogo está longe de ser algo casual que os criadores utilizaram como algo secundário. O design e a variedade enorme dos estilos das cartas é, também, uma estratégia de marketing.

60 cartas e cinco cores diferentes de acordo com as manas: branco, azul, verde, preto e vermelho. O jogo de Magic, em sua essência, é um prato cheio para o marketing que os profissionais que cuidam da parte visual do jogo aproveitam muito bem.
"Olhe para o Magic hoje. Há personagens negros em um mundo de mitologia grega. Nós passamos um ano estudando a cultura asiática. Há mulheres guerreiras, mulheres magas e mulheres duendes. Quem você for, você pode se ver no jogo", comenta Hugh McCullen em entrevista à revista Forbes, diretor de comunicação da Wizards of the Coast, empresa que cuida da parte de distribuição do jogo.

Para McCullen, é o cenário perfeito para criar um mundo de cosplay em que os fãs exploram o mundo de Magic através de fantasias que se tornam reais. "O mercado do cosplay é algo que vem crescendo cada vez mais, ainda mais nos Estados Unidos", comenta o diretor.

Todos os anos nos famosos Grand Prix ao redor do mundo os fãs aproveitam a oportunidade para se fantasiar dos personagens de Magic. Em um dos lugares em que há maior tradição disso é em Las Vegas, quando o mundo do jogo é representado muito bem com fantasias que ganham vida. O mercado não é só norte-americano, e no Brasil há lojas que exploram bem o mercado de produtos, como a MTG Brasil Domain Games.

Por mais que o mundo artístico das cartas seja muito bem representado nos cosplays e, consequentemente, nas lojas do mundo todo, o lado visual dos jogadores profissionais de Magic não estão no mesmo ritmo dos fãs. No Magic, durante os torneios mais relevantes, geralmente não há muita extravagância nas roupas, algo diferente como no poker, por exemplo, no qual os jogadores utilizam estratégias diferentes no visual para poder levar alguma vantagem sobre o oponente.

Mas isso pode estar perto de mudar. "Há alguns jogadores que vão para as partidas vestidos de personagens das cartas, e isso é ótimo também para o marketing", comenta Jack McDavid, diretor de comunicação do Magic.
Art Levitch, designer que cuida da parte de história do Magic, afirma que um dos objetivos da parte visual do jogo é criar uma identificação com os jogadores. "É um mundo imersivo. Você pode se identificar muito bem com o que acontece na mesa, e ver as pessoas fazendo cosplay das cartas é algo gratificante", comenta o designer.

A arte do Magic não é algo fixo, pois vem mudando consideravelmente desde o começo da história do jogo, que surgiu no início da década de 1990. Terese Nielsen, uma das designers de carta, afirma que o conceito está evoluindo nos últimos anos. "É gratificante ver como as cartas estão ficando mais democráticas. Agora, por exemplo, há muito mais mulheres nelas do que há 20 anos", afirma a artista.

O mercado feminino está em ascensão no Magic. De acordo com Mark Rosewater, designer-chefe do jogo, em 2015 pesquisas apontavam que as mulheres compunham 38% das pessoas que compareciam aos eventos.
Com mais de 12 milhões de jogadores no mundo, o crescimento do Magic é acompanhado pelo aumento da popularidade e do gosto dos jogadores pelos personagens que estão representados. E isso é mérito dos criadores e dos designers, que fizeram um mundo perfeito para o marketing.


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(Algumas pessoas perceberão que este artigo é uma transferência de Fóruns. Realmente é a verdade, já que neste Fórum o artigo será melhor aproveitado.) Desculpem-me, pessoal, mas o artigo de hoje não é voltado para vocês, e sim para seus pais ou responsáveis, que ainda têm um grande preconceito sobre nosso passatempo favorito: Magic. Sintam-se � vontade para imprimir este texto e mostrá-lo a eles. É permitida cópia sem necessidade de consentimento do autor, desde que mantido na íntegra e citada a fonte. Não será minha intenção, no entanto, influenciar na maneira como os pais educam seus filhos. Se os pais tiverem motivos racionais para a proibição, dou força para que o façam. Meu intento é clarificar a visão que eles têm (ou talvez nem tenham) sobre o jogo. Senhores pais e/ou responsáveis. Se seu filho lhe passou este texto para leitura, já posso lhes adiantar alguns fatos: - Ele gosta do jogo de cards colecionáveis Magic: the Gathering e pode estar se sentindo induzido a parar de jogar por intermédio dos senhores; - Ele gostaria de mostrar as verdades sobre o jogo, apagando os mal-entendidos, mitos e boatos sobre o mesmo; - Ele os respeita profundamente e prefere expor a verdade, a sinceridade e a razão para tentar mudar vosso modo de pensar, evitando assim as mentiras e desobedecimento de vossas ordens. Acima, logo no início do texto, citei uma palavra-chave que entravou, por anos, a liberação total dos pais aos filhos naquilo que é hoje a maior revelação mundial no universo dos games: o Magic. Essa palavra é PRECONCEITO. Pré-conceito, uma idéia concebida de forma antecipada, sem se conhecer a fundo a questão. E se pregamos, em nosso lar, que o preconceito étnico, religioso e ideológico são ações execráveis, por que mantermos, em nosso próprio peito, sentimentos similares quanto a formas de divertimento? Saibam das verdades, acompanhem os fatos e julguem novamente no final. Se ainda assim acharem, por motivos racionais, que seu filho não deve jogar Magic, ao menos não poderão ser chamados de preconceituosos e ignorantes. Mas uma coisa é verdade: depois de uma conversa como esta, vários pais se renderam aos encantos dos card games e também começaram a jogar este magnífico jogo, mantendo, assim, seus filhos mais tempo dentro de casa, unificando cada vez mais a família. Um pouco de história: Richard Garfield, criador dos Card Games Magic: The Gathering® e Corporate Shuffle™, juntou-se � Wizards of the Coast Inc. como designer de jogos em Junho de 1994 . Como um aficionado de jogos, Garfield começou criando seus próprios jogos desde cedo, aos 15 anos de idade. Suas idéias transformaram a indústria desde então. Garfield é formado em Ciências em Matemática para Computadores e Ph.D. em Matemática Combinatória da Universidade da Pensilvânia. Como estudante graduado, Garfield iniciou seus trabalhos no mercado de jogos com um jogo de sua autoria nomeado RoboRally®. Sua procura por uma companhia que fosse produzir e vender o jogo acabou em Agosto de 1991 após um encontro com o Presidente da Wizards of the Coast®, Peter Adkison. Garfield foi designado para criar um Card Game que fosse divertido, portátil e que pudesse ser jogado em menos de uma hora. Após trabalhar no jogo por três meses, Garfield apresenta � Wizards of the Coast a Edição Alpha do Card Game Colecionável Magic: The Gathering. Ali então começava o nascimento de um dos maiores card games já inventados que em pouco tempo conquistou o público em geral. Enquanto o jogo era testado e impresso para divulgação, Garfield começou a dar aulas de matemática no Whitman College em Walla Walla, Washington d.c. Em 1993, o Card Game Magic: The Gathering foi da noite para o dia um sucesso de aclamação crítica. O recorde de vendas de 10 milhões de cards em apenas seis semanas tornou possível o sonho de Garfield. Em Setembro de 1995, Garfield consegue a Patente de número 5662332, assumindo oficialmente o título de Pai dos Card Games. Até hoje Magic: The Gathering é uma febre Mundial. Além das primeiras edições, a Wizards of the Coast lança regularmente novas séries de magic. No Brasil o jogo agrada muito e cada vez mais pessoas começam a se interessar e gostar de Magic. O mais interessante é que além das táticas e jogadas de Magic, que já dão boa parte da diversão, a cada nova série e suplemento existe uma história por trás de cada card - é como se cada carta fosse um pedacinho da história. Com certeza um dos pontos altos de Magic: the gathering é o enredo e a história desse mundo criado por Richard Garfield. Em Magic vence o mago mais inteligente e poderoso. A mecânica do jogo baseia-se nas disputas territoriais entre magos (os jogadores) em um mundo fictício, chamado Dominia, e esses magos têm poderes como capacidade de conjurar criaturas, soltar feitiços e outros mais, poderes esses caracterizados pelos cards, que são utilizados, em grande maioria, para reduzir os pontos de “vida” do oponente. Cada mago possui as próprias magias, daí a necessidade de um baralho (ou deck) cada. O mago que permanecer vivo no final do duelo vence a partida. Perguntas feitas freqüentemente: 1. Magic é coisa do Demônio? R: Não, definitivamente! Foi criado como qualquer outra brincadeira ou jogo: entre pessoas normais. Aliás, pessoas muito inteligentes. A diferença básica de um card game para as outras brincadeiras é que requer muito mais raciocínio e velocidade de processamento de informações mentais, mas não deixa de ser uma brincadeira, com a vantagem de melhorar o raciocínio lógico dos seus jogadores, assim como num jogo de xadrez. 2. Magic vicia? R: Os desafios mentais proporcionados pelos card games, como o Magic, liberam no corpo substâncias hormonais que garante uma sensação de prazer no jogador. Substâncias semelhantes também são liberadas na prática de esportes, principalmente esportes radicais, como bungee-jump e pára-quedismo. No entanto, essas substâncias não causam dependência química como o cigarro, bebidas alcoólicas ou drogas em geral. Deve ser, no entanto, controlada sua prática para que não se torne uma obsessão, como é visto em muitos praticantes de esportes ou jogadores, já que tudo em excesso é maléfico. 3. Meu filho de 10 anos pode jogar? R: A idade mínima recomendada pela Wizards of the Coast (WotC) é de 12 anos, devido � complexidade das regras e pelo fato de que crianças mais novas têm maiores tendências aos exageros, porém com o devido acompanhamento dos pais ou irmão mais velho não há nenhuma contra-indicação. Caso a criança consiga acompanhar o grupo, poderá ainda demonstrar um grande desenvolvimento lógico, acima da média das crianças de sua idade. 4. Magic pode atrapalhar nos estudos? R: Se for em exagero, sim, mas da mesma forma que um computador, videogame ou futebol atrapalhariam. Não é recomendado, no entanto, a liberação desse ou de qualquer outro jogo nas escolas, sem acompanhamento dos professores, mesmo que seja apenas nos intervalos, já que nem todos os pais conhecem o jogo a fundo e podem demonstrar certo tipo de impedimento com as escolas ao entenderem que seus filhos estão sendo “levados para o mau caminho” pelos colegas de classe que jogam. Existem lojas especializadas e grupos de jogos também podem ser formados para jogar nos tempos livres em casa ou em clubes. 5. Perde-se dinheiro com Magic? R: O mecanismo de jogo de Magic faz com que exista entre os jogadores um intenso mercado de cards, seja por meio de trocas, seja pela negociação em dinheiro, ainda que não recomendado pelas lojas e entidades responsáveis pelo comércio do produto em pacotes fechados (boosters e decks). Cada carta possui seu valor teórico em dinheiro local para base de troca e venda, algumas sendo � s vezes MUITO mais caras que outras, dependendo da raridade ou da procura da mesma. Pode-se fazer uma analogia com pacotes de figurinhas de futebol, por exemplo. Supondo que cada pacotinho custe R$1,00 e dentro venham cinco cromos, cada um sairia por R$0,20. Portanto, nada mais justo vender para um colega colecionador uma figurinha que ele queira, da sua coleção, por R$0,20, certo? Depende! Se essa figurinha for difícil de ser encontrada, ou muito procurada, como uma “figurinha carimbada”, por exemplo, seu preço pode sofrer aumentos abusivos. Assim é o Magic. Alguns cards são extremamente raros ou muito procurados, e sendo assim seus preços são diferenciados. Nenhum problema em vender seu maço de figurinhas repetidas que quase ninguém quer por R$0,10 cada, mas você faria o mesmo preço pelo “Pelé” ou pelo “Garrincha”? Uma pessoa que não pensasse assim ou que desconhecesse os preços de negociação local poderia ser facilmente “extorquida” e estaria, seguramente, perdendo dinheiro. Existem, para tal conhecimento, listas de preços que são seguidas com certa variação de local para local. Para simples referência, tem-se em média: Booster: Aproximadamente R$12,00 (1 card raro, 3 incomuns e 11 comuns). Card Comum: R$0,10 a R$0,50 Card Incomum: R$1,00 a R$3,00 Card Raro: R$3,00 a R$20,00 Existem, obviamente, cards tão raros que seus preços podem chegar � cerca de U$350,00 (mais de R$1000,00) como a famigerada Black Lotus (Lótus Negra, sem impressão no Brasil). [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BlackLotus-U.jpg[/img] Como referência, pode-se utilizar sites de vendas de cards, mas dificilmente como preços definitivos, já que os sites trabalham com negociações nacionais e � s vezes internacionais, e têm que manter um certo preço de equilíbrio. Em contrapartida � s possibilidades de se perder dinheiro, há também várias maneiras de se GANHAR boas quantias. Hoje em dia, os torneios que são realizados no mundo todo podem render uma boa renda para os vencedores, apesar dos principais campeonatos fornecerem apenas prêmios estudantis (como bolsas de estudo para colégios e faculdades). Outra maneira de se ganhar dinheiro com o jogo é NÃO JOGAR. Isso mesmo, pois existem pessoas que vivem no meio dos jogadores, mas praticamente não jogam: são os chamados Dealers, negociadores de cards, que comprar os cards a preços baixos e os revendem em outros países, normalmente, na moeda local, com lucro acima de 200%. Prática absolutamente legal, mas que requer fluência em algumas línguas e um grande capital de giro. 6. É necessária a compra constante de novos cards para jogar Magic? R: Não, já que existem diversas variantes de regras para se jogar, e uma delas (Open – Aberto) permite que qualquer card seja utilizado. No entanto, a modalidade mais jogada atualmente (coisa de 70% dos campeonatos) é o Tipo 2 (Standard), e nele somente é permitido o uso de cards das séries mais novas. Existem alternativas para a falta de lugar ou de amigos para se jogar, e uma delas é a internet. Munido de um programa específico (Magic: the Gathering On-Line – ou MOL) em um computador conectado � internet, o jogador pode comprar cards virtuais e jogar com pessoas de qualquer lugar do mundo, como na realidade, com a vantagem de poder faze-lo a qualquer hora do dia ou da noite, sem sair de casa. Os preços tendem a ser os mesmos do jogo verdadeiro, mas a negociação internacional ainda é o Cartão de Crédito. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/MTGO.JPG[/img] Outra alternativa, também pela internet, muito mais em conta (já que é grátis), é o programa Apprentice, que permite o jogo entre duas pessoas que tenham se comunicado antecipadamente e combinado a partida com o auxílio de salas de bate-papo ou programas de mensagens instantâneas. O Apprentice tem suas desvantagens, e as principais delas são a impossibilidade de ver as figuras impressas dos cards e a falta de automatização no reconhecimento das regras do jogo, devido � simplicidade do programa, mas que é extremamente leve, permitindo a praticamente qualquer computador rodá-lo. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Apprentice.JPG[/img] Mais um programa que pode ser utilizado, e que vem ganhando adeptos no meio virtual é o Magic Workstation (MWS). Ele tem a mesma vantagem do Apprentice de ser gratuito, mas é muito mais bem elaborado e possui a opção de adicionar-se as figuras das cartas para melhor visualização e estética, porém necessita de um computador um pouco mais potente para sua utilização, já que requer mais recursos da máquina. Assim como o Apprentice, o MWS não possui automatização no reconhecimento de regras. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/tutorialmws7peq.JPG[/img] 7. Aposta-se em Magic? R: Desde o ano de criação do jogo até o ano de impressão da expansão Ice Ages (Era Glacial), foram criados cards com apelo para as apostas, já que era uma das variantes do jogo na época, com caráter de aceitação opcional. Neles vinha estampado: Remova do baralho antes de jogar se não estiver jogando por aposta. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BronzeTablet-AQ.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/ContractfromBelow-U.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/JeweledBird-AN.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/TempestEfreet-4E.jpg[/img] A partir da 4a edição, quando trazida para o Brasil em nossa língua (1a aparição oficial do Magic no país), esses cards de apostas já foram retirados de série por ser proibido no Brasil o jogo de azar. A partir daí, com a internacionalização do Magic, não foram criados novos cards para essa modalidade, que foi, pouco a pouco, caindo em desuso. De qualquer maneira, as apostas eram feitas em cima dos próprios cards, não havendo apostas em dinheiro em nenhum momento da história do game. As apostas eram similares � s do jogo de Bafo, com as figurinhas, ou ao jogo de bolinhas de gude, onde o vencedor da partida tomava para si, permanentemente, um card aleatório do oponente que tinha sido definido antecipadamente. Hoje essa prática é mundialmente proibida. 8. O que dizer das figuras demoníacas e assustadoras dos cards do jogo? R: Elas realmente existem, assim como nos gibis e nos desenhos animados ou filmes de terror que seu filho seguramente está acostumado a assistir ou ler. Servem para dar clima � s disputas fictícias que o jogo engloba, nada mais, e não têm intenção alguma em fazer apologia � prática de invocações a seres desconhecidos, como já se ouviu dizer. Para evitar esses comentários absurdos, a WotC alterou suas impressões, já há algumas edições, trocando a palavra INVOCAR por CRIATURA, que nada mais são do que um dos tipos de cards que possuem efeitos diferenciados. Quanto � s figuras, elas geralmente se relacionam com as cores vermelho e preto, que se caracterizam como as cores da desordem e da corrupção, respectivamente. Aqui estão alguns exemplos: [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BeastsofBogardan-CH.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Burnout-AL.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/ButcherOrgg-ON.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Chaosphere-MI.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Abomination-LG.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/ApprenticeNecromancer-UD.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Banshee-DK.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/LordofthePit-R.jpg[/img] As cores da “maldade” existem para balancear o universo fictício criado para o jogo, e podem ou não ser usadas pelos jogadores, não influenciando de nenhuma forma na mentalidade do jogador. É simplesmente uma questão de escolha das “armas” a serem usadas no combate imaginário, e misturas das cores também podem ser utilizadas. Meu deck preferido hoje em dia, por exemplo, é uma mistura de cards verdes com brancos, mas já joguei por muito tempo um outro contendo cards pretos e azuis. Em oposição � s figuras assustadoras das cores preto e vermelho, temos as angelicais e belas das outras cores, em especial os cards brancos. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AkromaAngelofWrath-LE.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AngelofMercy-8E.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Archangel-VI.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AfiyaGrove-MI.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AlluringScent-ST.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AutumnWillow-HL.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AerialCaravan-MM.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BarrinMasterWizard-US.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BazaarofWonders-MI.jpg[/img] Mas nem só de cards horripilantes se baseiam as cores do suposto “mal”, como se pode verificar abaixo. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Aladdin-CH.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/AlifromCairo-AN.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/BirdMaiden-AN.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/CaoCaoLordofWei-P3.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/Coercion-8E.jpg[/img] [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/CorruptOfficial-MM.jpg[/img] As cores são diferenciadas por algumas características particulares, entre vantagens e desvantagens. Escolhemos as cores preferidas de Magic da mesma forma que analisamos os prós e contras na compra de um carro novo: alguns são mais velozes, mas geralmente não são econômicos. Outros, mais potentes, porém não tão dinâmicos. Se não gostamos do carro, simplesmente trocamos. Assim é o Magic. 9. Por que a utilização de expressões como “Cemitério”, “Matar a Criatura”, “Enterrar”, etc? R: São apenas nomenclaturas, usadas para definir ações e áreas da mesa de jogo. Da mesma forma que utilizamos metáforas no nosso cotidiano, essas expressões foram escolhidas por mais se aproximarem da realidade de um combate, relembrando, FICTÍCIO. Costumamos dizer que, quando o computador estraga, ele “deu pau”, quando na verdade ele não nos entregou nenhum graveto ou peça de madeira, certo? São figuras de linguagem. CEMITÉRIO, no jogo, também é conhecido como “pilha de descartes”, mas para manter-se uma uniformidade nas regras e evitar que cada pessoa chame-o por um nome diferente, escolheu-se adotar esse nome. O mesmo vale para ENTERRAR, termo hoje obsoleto, que significa mais ou menos “colocar o card de criatura no cemitério sem que ele possa retornar ao jogo”. E se a criatura está em jogo, ela está “viva”, portanto tira-la da mesa pode significar “matá-la”. E ela vai para onde? Para o “cemitério”, é claro, pois é para onde vão os corpos quando estão “mortos”, correto? O mesmo vale para as outras expressões do jogo. 10. Aprende-se Magia com o jogo? R: Não, ninguém se torna um bruxo, mago, feiticeiro, ou seja lá o que for apenas por jogar Magic. Por se colocarem nos papéis de magos em disputa por um território, imaginariamente, os jogadores lançam mão de mágicas, feitiços, encantamentos, etc., mas como foi dito anteriormente, são apenas nomenclaturas, existentes apenas para ajudar no mecanismo do jogo. Por exemplo: feitiços só podem ser utilizados em certos momentos da sua vez, mas as mágicas instantâneas podem ser feitas praticamente a qualquer momento do jogo, inclusive na vez do adversário. 11. Por se tratar de um jogo onde se vive em um mundo imaginário, presume-se que é necessária muita criatividade e imaginação. Ouvi falar que alguns jogos assim podem influenciar na maneira com que meu filho vê o mundo real, aumentando sua irritabilidade e o tornando uma pessoa violenta. Isso é verdade? R: Por tratarem do mesmo tema, um mundo fictício medieval, o Magic é freqüentemente confundido com o mais famoso RPG de todos os tempos: Dungeons & Dragons. Não entrarei nesse assunto hoje, talvez em outro artigo, visto que exige enorme pesquisa no campo da psiquiatria. De qualquer forma, Magic NÃO É UM RPG, e isso é um fato. Magic é um CARD GAME, que possui tantos mecanismos e regras que o jogador geralmente NEM SE PREOCUPA em saber que estaria interpretando um personagem, e acaba atando-se a combinações de cartas e criação de estratégias, calculando probabilidades e fazendo cálculos mentais para vencer o adversário que o mundo imaginário nem vem � mente. Uma boa analogia é o jogo de Super Trunfo, que simula uma disputa de carros, para ver qual é o melhor. No entanto, o ato constante de comparar valores das cartas torna obsoleto o princípio do jogo. Se houver mais alguma dúvida, postem aqui ou mandem um e-mail para o endereço mhm.qui@bol.com.br. Responderei com o maior prazer assim que possível. Marcelo H. Martins (Mirror_Image) é brasileiro, casado, 28 anos e joga RPG desde 1993 e Magic: the Gathering desde 1995. Chegou a jogar outros Card Games como Pokémon, Yu-Gi-Oh e Senhor dos Anéis, mas nenhum o cativou tanto quanto o Magic. [img]http://i13.photobucket.com/albums/a287/mirror_image/tag.jpg[/img]


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