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MtGO Pauper - The PerFeFect Storm
[center]Welcome to Pauper![/center] Saudações a todos! Hoje venho apresentar a todos um artigo (espero que o primeiro de muitos) sobre o PauperMOL. Para começo de conversa: o que é esse tal de Pauper? Pauper é um formato não-oficial que permite somente o uso..
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29/06/2011 13:18 - 10.255 visualizações - 39 comentários
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Welcome to Pauper!


Saudações a todos! Hoje venho apresentar a todos um artigo (espero que o primeiro de muitos) sobre o PauperMOL.

Para começo de conversa: o que é esse tal de Pauper? Pauper é um formato não-oficial que permite somente o uso de cartas comuns para a construção do deck. Se a carta que você quer utilizar já foi lançada como comum, então ela é válida no pauper. O MOL possui um formato válido chamado “Classic Pauper”, onde a única carta banida é o chapeamento craniano. Outras versões desse formato sugerem o banimento de Frantic Search ou Gush, mas meus artigos sobre o assunto vão sempre se referir à minha área de conhecimento – o Classic Pauper do MOL – e portanto, a única carta banida será o Chapeamento Craniano.

Eu, assim como grande parte das pessoas, queria jogar MOL. Já tinha tido um grande insucesso com uma conta emprestada graças à necessidade de um investimento gigantesco e nenhuma grande expectativa de retorno. Eu não pretendo ser um jogador Hardcore de MOL, e entendo que o investimento para um deck gire em torno de 200 tix (se ele utilizar Jaces TMS, por exemplo). Outros decks BEM baratos devem girar em torno de 80 tix (novamente, acima da minha pretensão de investimento). Com minha vontade contida à meses, leio um artigo interessantíssimo de Romolo Disconzi - (leia o artigo aqui) – e decido tentar entrar nessa onda de “Going Infinite”.

Para começar a jogar MOL, um investimento é necessário. O deck que eu vou comentar - que por sinal é o mesmo do Romolo - me custou exatos 44 tix (na verdade, 43,27 - só que o Bot ficou com os outros centavos). Algumas pessoas consideram um preço alto, e estão certas. Outros decks custam, no máximo, 20 tix. Diversos decks bons custam 5 tix. Ainda assim, eu considero esse deck um excelente investimento, dada sua posição contra os outros decks do ambiente pauper. Vale lembrar que são poucas as cartas vendáveis no MOL. A maioria das cartas comuns tem valores como 40 cartas por 1 tix. Esse deck é caro, por outro lado, boa parte dele é vendável, e mesmo que com algum prejuízo, é interessante saber que existem opções de recuperar o investimento caso você não goste dos resultados.

Sem mais delongas, vamos a lista (se você leu o artigo do Romolo, a lista tem 75 cartas iguais):

4 Sulfur Vent
3 Ancient Spring
3 Geothermal Crevice
2 Irrigation Ditch
4 Lotus Petal
4 Chromatic Star
3 Chromatic Sphere
4 Manamorphose
4 Dark Ritual
4 Cabal Ritual
4 Rite of Flame
4 Ponder
4 Sign in Blood
3 Ideas Unbound
1 Compulsive Research
1 Reclaim
4 Grapeshot
4 Empty the Warrens

Sideboard

2 Dimir Aqueduct
1 Izzet Boilerworks
2 Temporal Fissure
2 Duress
2 Shred Memory
2 Goblin Bushwhacker
2 Deep Analysis
1 Flaring Pain
1 Echoing Decay

Considero essa lista quase impecável. Para quem não entendeu a idéia do deck, você quer, em um turno (o urno do combo), jogar alguns rituais, comprar algumas cartas, jogar mais rituais, comprar mais cartas e então jogar grapeshots (geralmente 2) para matar seu oponente ou então um Empty the Warrens para ter 20+ goblins (não é difícil fazer 30~40 goblins). Geralmente, ao final desse turno, alguém irá conceder o jogo. Ou você ganhou ou seu oponente tem uma resposta e você irá perder o jogo (porque, digamos, com 2 cartas na mão e sem terrenos, será difícil você combar novamente).

Explicando a lista:

4 Sulfur Vent
3 Ancient Spring
3 Geothermal Crevice
2 Irrigation Ditch

São os terrenos do deck. O perigo de usar mais terrenos do que essa quantidade é comprá-los no turno do combo, e assim dar um fizzle no combo.


4 Chromatic Star
3 Chromatic Sphere
4 Manamorphose

São os filtros de mana. Eles transformam as incontáveis manas pretas (do Cabal Ritual principalmente) em manas azuis (geralmente), mas também em vermelhas e até na verde, várias vezes necessária. Todas vem junto com um cantrip (elas fazem o efeito e te dão uma compra), e portanto são bem úteis.

4 Lotus Petal
4 Dark Ritual
4 Cabal Ritual
4 Rite of Flame

São os geradores de mana do deck. Lotus Petal gera somente uma mana, mas de qualquer cor, e isso faz BASTANTE diferença. 95% dos combos de turno 2 dependem de lotus petal. Eu faço questão de realçar a importância dela porque ela é responsável por 18 tix do valor total do deck. Sim, ela custa cerca de 4.5 tix (com muita paciência, 4 tix). Um mal necessário.

4 Ponder
4 Sign in Blood
3 Ideas Unbound
1 Compulsive Research

São as cartas de compra do deck. Ponder é jogável sem ser no turno do combo. Ideas Unbound é jogada, normalmente, no turno do combo somente. Sign in Blood é preferencialmente jogado no turno do combo (pois ele utiliza as manas pretas), mas esse deck não possui muitas
egras. Jogar de combo exige bastante feeling sobre combar ou não.
1 Reclaim
Ajuda a kill com grapeshot e, eventualmente, pode voltar para o topo outras cartas de utilidade, como terrenos que tenham sido destruídos ou sacrificados, manamorphoses emergenciais, etc.

4 Grapeshot
4 Empty the Warrens

As kill conditions do deck. Como dito antes, grapeshots são geralmente 2 (10 e 11 ou 9 e 11 com ajuda de reclaim). Empty the Warrens, num geral, 1 basta.

Sideboard

2 Dimir Aqueduct
1 Izzet Boilerworks
2 Temporal Fissure
2 Duress
2 Shred Memory
2 Goblin Bushwhacker
2 Deep Analysis
1 Flaring Pain
1 Echoing Decay

O side conta com mais terrenos para jogos demorados, onde seu oponente não consiga te colocar no clock de forma rápida. Temporal Fissure ajuda contra decks de controle também, embora eu também goste bastante dessa carta contra decks de Twiddle’s (decks que abusam de Frantic Search, Cloud of Faeries e Snap), que frequentemente te combam na volta quando você faz o Empty the Warrens.

Shred Memory e Bushwhacker servem para complementar as kills do deck. Geralmente você deixa no game 2 e 3 apenas uma kill, se você escolher Grapeshot, Shred Memory é um tutor eficiente para uma segunda cópia. Se você escolher Empty the Warrens, Bushwhacker ajuda a matar seu oponente antes que ele tenha a oportunidade de jogar um feitiço (como Holy Light).

Flaring Pain e Echoing Decay são silver bullets contra inimigos do deck, como Prismatic Strands, Benevolent Unicorn... Lembre-se que só vai um de cada por que você pode tutorar essas cartas com ajuda de Shred Memory!

Duress e Deep Analysis fecham o deck, com respostas para combo e cartas de draw excelentes contra descartes em geral.

Dessa lista comentada acima, a única carta que não me agrada é a Compulsive Research. Apenas uma não oferece consistência para utilizá-la em nenhum tipo de plano, e honestamente, na maioria das vezes ela não é tão útil como poderia. Tenho mais vontade de usar um Ponder #5 (brainstorm, preordain) do que essa Compulsive Research. De uma forma ou de outra, até o momento não fiz a troca, e se alguém quiser personalizar a lista, eu aconselho que essa seja a carta a ser mudada.

O metagame pauper pode ser destrinchado num próximo artigo. Para esse, somente irei separar os jogos entre quem tem a vantagem. Essa é uma análise superficial, mas deverá servir para aqueles que pretendem começar a jogar o formato com esse deck.

Combos: O mirror é, obviamente, equilibrado. Outros decks de combo geralmente dependem da interação de Cloud of Faeries, Snap e Frantic Search com cartas que diminuam os custos ou terrenos que adicionem manas extras (como familiares, bouncelands de ravnica...). Contra combos olarian/twiddle (que desviram os terrenos) a idéia é você ganhar mais rápido (o que é plenamente possível). Vale lembrar que nem sempre será uma boa idéia usar o Empty the Warrens, porque esse deck consegue facilmente combar e devolver todas as suas permanentes (ou seja, todos os seus tokens) para a mão. Se ele fizer isso, você não conseguirá voltar para o jogo e acabará perdendo. Em contrapartida, se você demorar muito e ele combar antes, você perderá todos os seus terrenos (que voltarão para a mão) e perderá o jogo também. Meu conselho é que você tente combar o mais rápido possível (turno 3 no máximo). Se não conseguir, então só combe para a vitória com Grapeshot. Os jogos são equilibrados, mas como seu combo é mais rápido, eu diria que o TPPS tem vantagem.

Mindless Aggros: MonoGreen, MonoRed (agro ou burn), WhiteWheenie... esses decks são simples de se jogar contra, mas não necessariamente fáceis. Você fará o possível para ter a melhor mão possível no último (ou penúltimo) turno de vida. É bom sempre ter alguns cuidados, se você vai matar de empty the warrens, veja se seu oponente não terá uma Silhana Ledgewalker ou burns o bastante para te matar na volta. Se vai matar de grapeshot, imagine que seu oponente pode ter um prismatic strands na mão. Cuidado com as contas, não é raro você errar nas contas sobre quanto tempo você tem para vencer, mas isso será discutido mais adiante no artigo. Você leva vantagem nessas partidas.

Controls: Decks de controle NUM GERAL são simples. No game 1 eles possuem poucas respostas (echoing decay e/ou echoing truth). Se você conseguir combar rápido, ele tem pouquíssimos outs para a vitória. Se você demorar, normalmente o grapeshot ganha o jogo. Pós side as coisas melhoram, e você normalmente ganhará de temporal fissure + empty the warrens (já que não existem respostas de cc1) ou de grapeshot. Como adendo especial, o UB Teachings é um deck difícil. Ele possui as teachings para buscar a Echoing Decay e possui ratos para minar a sua mão e dificultar um storm alto para grapeshots. Vale lembrar que as pessoas costumam errar BASTANTE quando jogam contra você, anulando mágicas erradas, etc. Tire proveito disso. O deck leva vantagem contra decks de controle, equilíbrio tendendo para desvantagem contra UB Teachings (se o cara jogar bem).

MidRange Aggros: Existem algumas versões de decks agressivos mas não muito. São eles BG com criaturas e remoções, UG com criaturas e counters, UW com criaturas e prevenções de dano (as vezes alguns bounces/counters). Esses jogos são teoricamente mais simples, pois eles tem várias cartas mortas no deck (remoções, counters condicionais e em baixa quantidade) e não colocam pressão o bastante em você. Em contrapartida, o deck do cara pode ser cheio de criaturas rápidas e disrupts, e aí será seu pior pesadelo. Num geral, você leva vantagem contra rogues.

MonoBlack: Extremamente complicado. O cara usa 8 ratos, mais descartes no side, echoing decay, etc, etc. Dá para ganhar? Dá. Mantenha essa esperança na cabeça e torça para começar forte e ter uma ajudinha da sorte. Desvantagem total.

Mas se esse deck leva vantagem contra a maioria dos oponentes, então porque alguém não montaria ele? (ou quando a esmola é demais, o santo desconfia)

Primeiro de tudo, esse deck é caro. Segundo, ele é difícil de jogar. Terceiro, nem todo mundo aguenta o nervoso que você passa com ele as vezes. Explicarei usando algumas situações que acontecem frequentemente durante as partidas, inclusive com dicas para as situações de jogo.

Situação #1

Não abri nenhum terreno. Eu não tenho uma estatística correta sobre isso, mas acontecem frequentes mulligans para 4 cartas com esse deck. Se você abre uma mão sem terrenos, e outra sem terrenos, e outra denovo, não tem muito o que se fazer. Isso não significa que o deck tem poucos terrenos, mas você tem que se conformar com o fato de que acontecerão alguns free loss durante sua jornada pelo pauper (com esse deck).

Situação #2


Só tenho um terreno na mão. Devo mulligar? A via de regra, não. Mas ALGUMAS mãos de um terreno apenas devem ser mulligadas. Quando sua mão tem só um terreno, é importante averiguar algumas perguntas, como:
- tem um ponder na mão?
- você pode jogar esse ponder?
- você tem rituais na mão?
- tem 2~3 artefatos na mão?

Essas perguntas servem para esclarecer se sua mão está jogável ou não. As mãos de um terreno azul (com ponder), ou de um terreno, ponder e uma estrela/esfera cromática, ou de um terreno e uma proporção justa de draws e rituals... enfim, entenda que mãos de um terreno, geralmente, não são mulligadas, mas talvez sejam. Não seja automático na hora de decidir se mulliga ou não, entenda:
Uma mão de Sulfur Vent, Empty the Warrens, 2x Dark Ritual, Ideas Unbound, Cabal Ritual, Sign in Blood é uma mão duvidosa. Você tem fonte preta OU fonte azul/vermelha. Se essa mesma mão trocasse qualquer carta por uma Pétala de Lótus ou uma Estrela/Esfera, ela seria uma mão excelente de combo turno 2.


Situação #3

Tenho na mesa um Sulfur Vent e um Geotermal Crevice (ambos desvirados). Minha mão tem 6 cartas, e eu tenho a opção de fazer uma Manamorphose para Ideas Unbound ou Sign in Blood. Devo fazer isso ou espero o turno do combo?


Não existe uma resposta certa para essa situação, e essa jogada ou não depende do resto da sua mão. Meu critério varia do número de rituais que eu tenho na mão e da importância de usar essa carta de compra no turno do combo. Com os terrenos citados eu tenho na mesa URBG (após sacrificar os terrenos). Se eu não tiver rituais, não existe motivo para eu tentar combar com essa mão, ainda mais com várias cartas de compra (que gastam as manas). Por outro lado, gastar um manamorphose pode me atrapalhar quando eu consegui combar. Apesar disso, nessa situação, se eu não tiver rituais o bastante para combar, eu provavelmente jogaria o manamorphose (continuando com 6 cartas na mão), depois o sign in blood (indo para 7 cartas) e então jogaria um terreno/faria as contas para combar.
O que é importante de pensar é que esse deck JOGA mágicas mesmo sem estar no turno do combo. Embora isso não seja uma situação comum, é importante você não ser automático no que diz respeito a essas escolhas. Da mesma forma, se você tem uma situação parecida com 8 cartas na mão, acredita que não dá para combar (ou ainda não quer combar), talvez jogar a Ideas Unbound (para terminar o turno com 7 cartas na mão) não seja uma má idéia. E lembre-se que é MUITO mais fácil jogar um Sign in Blood do que uma Ideas Unbound, já que temos 8 rituais pretos e nenhum ritual azul.

Situação #4

Hora de sidear. Como decido o melhor plano de side?
Sidear com esse deck é algo extremamente complicado. Felizmente, seu oponente tem mais dificuldade do que nós. Um bom exemplo é o jogo contra affinity. Ele já tem Krark-Clan Shaman desde o jogo 1, e deve imaginar que você não vai querer combar de Empty the Warrens. Por isso mesmo, talvez seja interessante manter um ou dois Empty the Warrens para assustar seu oponente caso ele veja sua mão com uma duress. Já contra decks de controle você tem duas opções:

1- Temporal Fissure + Empty the Warrens (na main phase 2 provavelmente);
2- Flaring Pain/Echoing Decay + Grapeshot (contra Prismatic Strands e Benevolent Unicorn).

A primeira opção necessita de 9 manas. Meu conselho é que você tente combar deixando 2 terrenos na mesa (para as 4 manas do Empty the Warrens). Combe no máximo possível, e tenha na mão somente o EtW (ou o que não der para jogar) quando for jogar a Fissure. Muitas pessoas costumam sacrificar todos os terrenos no turno do combo para facilitar as contas, e isso pode ocasionar manas na pool em resposta a fissure e uma derrota por anular o EtW.

A segunda opção precisa de mais cartas e mais mágicas. Você precisa combar plenamente para matar de grapeshot, provavelmente serão 2 grapeshots para a vitória e os shred memory terão que tutorar a resposta adequada para o que seu oponente deve ter (e lembre-se de já ter o flaring pain na mão para combar). Conte com as mesmas 9 manas para ganhar (4 dos grapeshots, 3 do transmute e 2 do flaring pain). Mesmo número de manas e uma carta a mais significa uma dificuldade um pouco maior. Por outro lado, se você faz uma fissure, você corre o risco do oponente anular uma cópia dela apenas e ficar com um terreno na mesa, no turno dele ele desce outro terreno e faz uma echoing decay (por exemplo) e ganha o jogo.

Como foi dito antes, feeling.

Situação #5

Tenho Estrelas/Esferas na mão. Devo jogá-las já ou somente no turno do combo?
Essa é uma pergunta curiosa. Eu normalmente costumo jogá-las, mas isso é uma escolha que depende do número de rituais que você tem na mão. Pense que na mesa elas são filtros de mana + free draw, na mão elas custam uma mana para reciclar e filtrar a mana, mas aumentam a sua contagem de rajada. Se você tem rituais pretos (Dark e Cabal), talvez seja melhor guardar algumas na mão. Por outro lado, se você acha que terá 6 manas para o combo, é melhor que esses artefatos estejam na mesa.

Como dito antes, é necessário feeling para jogar de combo. Mãos com 6 rituais e 1 Ideas Unbound não são combáveis, mãos com 1 ritual e 6 cartas de compra também não. Acredito que ter algo entre 4 e 5 cartas extras (2 sign in blood, ideas unbound e manamorphose...) são o ideal para se combar (embora uma mão perfeita de 3 rituais, manamorphose e 3 draws também sejam úteis no turno do combo).
Contra decks de descarte, as estrelas e esferas ganham uma força especial junto a deep analysis, pois são cartas de compra que ficam na mesa/cemitério e são capazes de dar uma chance de vitória (sim, a partida é ruim o bastante para você precisar de 5 draws para ter uma chance remota de vitória).

Situação #6

Eu posso combar REALMENTE rápido, mas com uma storm pequena. Devo?

Um bom exemplo para ilustrar essa situação é uma mão que tenha Lotus Petal, um terreno que adicione mana R ou B (qualquer um, menos irrigation ditch), 2~3 rituais, empty the warrens e qualquer outra coisa. Você pode fazer o terreno no turno 1 e no turno 2 jogar a pétala (para ter acesso a manas R e B), jogar todos os rituais possíveis e em último caso um EtW. Isso é bom porque joga seu oponente contra a parede, mas muitas vezes não será tão eficaz. Se você tem motivos para querer combar logo (seu oponente tem muitos descartes e essa pode ser uma chance única de combar, seu oponente está de Mono Red e você quer matá-lo antes que ele possa comprar algum hate...), então talvez valha a pena. Contra UB Teachings por exemplo, você quer matá-lo ou com um combo total (fissure + etw) ou rapidamente antes que ele tenha 4 manas (para Crypt Rats ou Teachings + decay).
Mãos de combo turno 1 dispensam comentários, até no Legacy é bom combar no turno 1 (Pétala-Pétala-Dark Ritual-Cabal Ritual-EtW já bastam). Só tenha em mente que você precisa de pelo menos 10 goblins (para dar só 2 turnos de ataque), mas o ideal seriam 12 (para caso de um blocker aparecer). Obviamente, você só comba rápido para EtW, nunca para Grapeshot. =)

Inimigos do Deck

- Okiba-Gang Shinobi (no UB e MonoB);
- Echoing Truth/Decay (MonoB, MonoU, UB);
- Martyr of Ashes/Seismic Shudder/Tremor (RG, MonoR);
- Sandstorm (monoG);
- Holy Light (monoW);
- Chittering Rats (UB, monoB);
- Benevolent Unicorn (Affinity, Wx);
- Krark-Clan Shaman (Affinity);
- Crypt Rats (no G1 contra UB e MonoB).

Acredito que esses sejam os principais inimigos do deck, embora existam muitos outros (como Prismatic Strands, Duress/Wrench Mind, Ravenous Rats [recorrentes graças a ninjutsus], Hindering Touch...).

Embora tenha muito mais a ser dito, acho que já me prolonguei o bastante. Espero que tenham gostado, e quem sabe não é possível atrair um número cada vez maior para esse formato (que hoje é popular no MOL, mas que pode se tornar popular IRL)!
Obrigado a todos os leitores, críticas e sugestões, não deixem de me escrever.

Cauê Chineis Hattori
( chineis)
Comentários
Ops! Você precisa estar logado para postar comentários.
(Quote)
- 08/10/2012 20:20

No mol Frantic Search é banido tambem

Chineis faz a errata disso depois

(Quote)
- 08/10/2012 19:49
Ué, Frantic Search não é banido não?
(Quote)
- 07/10/2012 23:36
Nossa na época que isso foi pstado essa lista ja nao rodava mais
(Quote)
- 07/10/2012 22:50
Nossa na época que isso foi pstado essa lista ja nao rodava mais
(Quote)
- 29/06/2011 13:18
Tenho um desse Pimp Foil A venda. Propostas pmsg!!!
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