Load or Cast
Deck Tech: Burn Modern
Conheça mais sobre essa opção do formato.
02/02/2016 12:00 - 23.624 visualizações - 47 comentários
Load or Cast

Olá amiguinhos! Mais uma vez, eu trago um deck tech de uma estratégia que eu sou muito fã, o BURN!

 

Um dos decks mais populares do formato, tanto pelo seu preço (é um dos decks mais “baratos” do Modern, podendo ter algumas de suas cartas substituídas por umas mais em conta e mesmo assim ser competitivo) quanto pela sua força (gostando ou não do deck, eventualmente ele aparece em listas de top 8 de grandes campeonatos).

 

Ele possui diversas variações, sendo as mais populares a Naya Burn (splashando para a cor verde) e o Boros Burn (splashando para a cor branca), ou mesmo splashando para o preto as vezes (com cartas como Bump in the Night ou um Tasigur, the Golden Fang).

 

O objetivo do Burn é “queimar” a vida de seu oponente a zero, se utilizando de cartas com baixo custo de mana que causam dano e criaturas igualmente baratas para atacar de maneira rápida e eficiente.

Tachado por muitos como um “deck de criança”, ou mesmo o combo de quem sabe contar até 20, o deck, assim como todos os outros presentes em Tiers 1 e 2, requer um certo nível de experiência e conhecimento de suas cartas para se adquirir resultados significativos em campeonatos. (um exemplo seria o meta aqui onde jogo, possuindo um pouco de tudo! Jund, Junk, Tron, Storm, Soul Sisters, Melira Company, Affinity e muito mais. No ranking do CLM daqui, o que estava no top3 da colocação foi um Burn! Abraços Wagner! Haha)

 

Bom, vamos lá!

 

Primeiramente mencionarei aqui as cartas “core” do deck. Ou seja, as que aparecem em todas as suas versões.

 

Goblin Guide: Um ícone quando falamos do Burn e, até mesmo, da cor vermelha. Todo deck Burn que se preze leva no mínimo 4 desse carinha. Drop 1 com ímpeto que bate 2 no primeiro turno? Melhor criatura vermelha. O drawback do Goblin (revelar a carta do topo do deck do oponente, caso for um terreno, colocar na mão dele) não chega a ser um grande problema, apesar de você dar uma certa vantagem a ele através de terrenos, você tem a possibilidade de analisar as próximas cartas que ele irá comprar, tendo uma maior compreensão do jogo dele, assim como suas futuras jogadas.

 

Eidolon of the Great Revel: Outra criatura muitas vezes associada ao Burn. No começo pode parecer suicídio, pelo fato de quase todas (se não todas) as suas mágicas terem custo menor que 2, mas só pelo fato de quase todas (se não todas) as suas mágicas causarem dano ao seu oponente e nem todas (se não nenhuma) mágica do seu oponente causar o mesmo (Modern é um formato dominado por cartas de baixo custo como Serum Visions,Remand e etc…) a você. Dois Eidolons em jogo e você praticamente trava seu oponente dependendo do turno em que o jogo estiver.

 

Lightning Bolt: Ícone do formato Modern, juntamente com Serum Visions. 1 mana vermelha e causa 3 pontos de dano na criatura ou jogador alvo. Uma carta extremamente forte e versátil, basicamente todo deck que tenha a cor vermelha nele usa essa cartinha.

 

Lava Spike: Não tão versátil quanto a Lightning Bolt, principalmente pelo fato de ser castada na velocidade de um feitiço, ela faz sua parte. Uma vantagem é que ela não pode ser redirecionada para o Spellskite, por ter alvo apenas no jogador alvo. Ótima escolha para o primeiro turno, caso não tenha uma criatura de CMC 1.

 

Boros Charm: Uma das explicações por ser muito mais comum a versão RW ao MonoRed. 4 de dano diretamente ao oponente por duas manas, ou mesmo dar indestrutível as suas permanentes ou double-strike.

 

Monastery SwiftspearOutra ótima criatura drop 1, além de Goblin Guide. O fato de ter ímpeto e prowess auxilia na sinergia com as mágicas de baixo custo.

 

Lightning HelixUm Lightning Bolt com lifelink. Simples e direto.

 

Rift BoltUm Lightning Bolt “atrasado”. Joga de vermelho e quer ter 8 raios no seu deck? Essa é a carta.

 

Searing BlazeTem o poder de retirar uma criatura do campo de batalha e causar 3 de dano ao oponente. Quase que dois raios. Quase.

 

Aqui vou citar outras cartas comumente utilizadas no MainDeck do Burn e suas variações:

 

Skullcrack: Além de causar 3 pontos de dano ao jogador alvo, a mágica impossibilita que jogadores ganhem pontos de vida durante o turno além de não deixar que o dano seja prevenido. Isso elimina duas coisas que atrapalham a vida de quem joga de Burn, ganho de vida e Kor Firewalker (mesmo tendo proteção contra o vermelho, o dano de combate causado a ele não será prevenido).

 

Shard VolleyO deck não precisa de muitos terrenos em campo para rodar. Normalmente, 4 já é o suficiente. O que fazer com os que continuam vindo para a sua mão e você não tem com o que gastar? Shard Volley, transforme esses terrenos extras em pontos de dano na cara do adversário.

 

Grim LavamancerGeralmente se usam 2 desse mago nas listas. Uma boa opção para o mid-game, transforma suas cartas do cemitério em um Shock e acaba por te auxiliar quando se acaba as mágicas de burn. Outra vantagem de se usar ele se dá pelo fato de você não utilizar seu cemitério, são cartas mortas. Você não possui um Snapcaster Mage lá para dar flashback pro seu Lightning Bolt. Ou possui?

 

Wild NacatlUma lista que vem aparecendo muito atualmente é o Naya Burn, sendo que o splash para o verde vem principalmente por essa carta e a próxima que falarei sobre. Um drop 1 que no segundo turno pode vir a ser uma criatura 3/3 impõe muita pressão no oponente, tendo uma certa vantagem às vezes em relação ao Monastery Swiftspear, sendo que o mesmo necessita de mágicas instantâneas ou feitiços para ser “pumpada”. O drawback em comparação com a "Mulan" é que o gato não possui haste.

 

Atarka's CommandUm Skullcrack mais versátil. Não é parado por Leyline of Sanctity  ou Spellskite, além de ter a possibilidade de dar +1/+1 para as suas criaturas. Ou de colocar um terreno adicional no campo. Você quem sabe.

 

Bump in the NighttUma das razões para splashar para o preto. Basicamente um Lightning Bolt a mais no deck.


 

Terrenos:

 

Fetchlands: Arid Mesa, Wooded Foothills, Bloodstained Mire e Scalding Tarn. Por ser um deck rápido você pode se dar ao luxo de utilizar várias fetchlands para optimizar sua curva de mana e garantir as cores necessárias em qualquer momento do jogo. Outra “função” das fetchlands é de se “afinar” o deck. Pelo fato de ser um baralho com curva de mana baixa (geralmente você consegue jogar o deck eficientemente com apenas 3 terrenos em jogo) e com poucas ou quase nenhuma carta que te garante um draw ou card advantage, ao “afinar” seu deck estourando as fetchs e buscando lands você aumenta suas chances de comprar uma mágica de burn ou mesmo uma criatura para causar aquele 1, 2 danos.

As fetches também servem de “combustível” para o Grim Lavamancer, sendo elas uma forma rápida e fácil de se encher o grave.

 

Sacred Foundry

Stomping Ground

 

Montanhas básicas: quanto a terrenos básicos, sempre utilize apenas montanhas. É o único terreno básico que você irá precisar.

 

Agora um pouco do Sideboard:

 

Path to Exile: Necessário quando houver criaturas grandes que ameacem seu jogo. (ex: um Primeval Titan em algumas versões do Scapeshift ou mesmo um Kor Firewalker numa mirror)

 

Kor FirewalkerA melhor criatura a ser usada em mirrors matches. Proteção contra o vermelho e a adição de ganhar um ponto de vida para cada mágica vermelha castada é uma vantagem absurda contra o Burn em geral.

 

Destructive Revelry: Principalmente utilizada contra Leyline of Sanctity. Mas também útil em matchs como Affinity e Tron.

 

Wear (Wear/Tear)outra opção parecida com Destructive Revelry, porém que não causa dano ao adversário. Pode ser castada as duas habilidades ao “mesmo tempo” se pagando os custos de mana de ambas.

 

Molten RainPrincipalmente utilizado contra Tron. Também é considerável se utilizar contra manlands (principalmente um Celestial Colonnade , que não morre para bolt) caso queira guardar suas mágicas de dano.

 

Relic of Progenitus: Prevenir um Gurmag Angler ou Tasigur, the Golden Fang no segundo turno, ou mesmo diminuir as opções de um Snapcaster Mage é sempre bom. Quase esqueci! Enfraquecer um Tarmogoyf também é.

 

Deflecting Palm: Uma das minhas cartas favoritas. É simples, não liga pra Hexproof, e garante uma certa surpresa para os seus oponentes. Ótimo para partidas em que você está jogando contra Infect, Titan's deck e até mesmo Tron!

 

Rending Volley: Mata uma criatura grande sem ter que gastar por exemplo, dois raios.

 

Blood Moon: Por que não? Não é lá muito incomum ver jogadores utilizando essa temida e poderosa carta no Sb, principalmente pelo fato de Modern ser um formato que predomina múltiplas cores, fetchs e shocklands.

 

E o Vexing Devil?

 

 

O pequeno demônio com o meu flavor text favorito já veio a causar um pequeno “rebuliço” entre os jogadores de Burn (veio ou vem a causar). Usar ou não usar? Os que se opõe dizem que, ao se dar uma escolha ao seu oponente, a carta já pede muito de sua força. Além de você não querer comprar o demônio no late game, com o seu oponente possuindo criaturas ou removal a disposição, sendo bem melhor ter comprado um Lightning Bolt ou Boros Charm. Enfim, o deck perde a consistência com ele no lugar de qualquer outra carta do “deck primer”.

 

Pessoalmente, eu gostava muito de Vexing Devil. Usava 4 deles no Md. Aí fui conseguindo os Guide e tudo mais, mas ao final, tinha ainda dois no Md. Sempre gostei dele pelo fato de, se eu estiver no play e castar ele, 99,99% das vezes o oponente escolhia levar 4 na cara. Um Boros Charm por uma mana, um Lightning Bolt forte, bom... Deu pra entender haha. E além disso, mesmo se ele entrar em campo, ou o oponente responde com algum removal, ou você tem um 4/3 em campo. E o que fazer com ele em campo? Trocar por alguma criatura do oponente, “descartar” um removal da mão dele, ou 4 de dano todo turno.

 

Como jogar de Burn?

 

Como já foi dito antes, o objetivo do Burn é causar o máximo de dano possível ao oponente de modo mais eficiente. Quando digo isso, eficiência pode ser considerada como uma forma rápida (matar o oponente até o turno 4, e possivelmente no turno 3) ou uma forma mais “regrada” (pensado para jogos que se estendem um pouco mais do que gostaríamos). Quanto ao segundo match, tente descer as cartas do seu Sb o mais rápido possível ou tê-las em mão para um momento mais oportuno (Destructive Revelry na Leyline of Sanctity  do seu oponente quando você tiver uma soma de dano mortal nas cartas da sua mão).

 

E sempre ao se iniciar um jogo, identifique como será sua estratégia. Será uma agressão pura? Ou tentará jogar mais “tranquilamente”, no control?

 

Seu jogador está jogando de Affinity? Fique tranquilo. Você possui mais cartas de dano (ou burn) do que seu oponente possui cartas de criatura relevante.

 

Algumas dicas:

 

-Para se jogar esse deck, é necessário saber qual a sua posição em relação ao oponente no jogo. Descubra se você é o agressor ou o controlador. Logo, não há nenhum problema em castar um Lightning Bolt no primeiro turno dando como alvo a Birds of Paradise ou Noble Hierarch do oponente.


-Ao comprar sua mão inicial, tenha sempre em mente quanto de dano ela pode vir a causar. Tenha sempre em mente um número alto ao se mulligar. Ex: tenho um Goblin Guide (pode chegar a causar 4 pontos de dano, considerando que o oponente irá bloqueá-lo ou tentar destruí-lo), um Lightning Bolt, um Skullcrack, um Rift Bolt, duas montanhas e um Lava Spike. 17 pontos de dano até o turno 4 caso não compre nenhum outro terreno ou mágica que cause dano.

 

-Vai parecer uma dica besta, mas lembre-se que você tem a opção de utilizar suas mágicas de burn em você mesmo ou em suas criaturas. (Ex: O oponente casta um Timely Reinforcements, você terá a opção de castar um Lightning Bolt em você mesmo em resposta para que ele não ganhe vida)


-No primeiro turno, dê preferência a criaturas com ímpeto para baixar, adquirindo uma pequena vantagem já no começo do jogo. Uma exceção seria entre Monastery Swiftspear e Wild Nacatl, sendo que eu aconselho a castar o gato antes, para no segundo turno ou você atacar com ambos (podendo causar 4 de dano) ou apenas com o Monastery Swiftspear, caso o Nacatl tenha sido morto ou exilado.

 

-Uma mão sem criaturas não é necessariamente ruim. Basta analisar as mágicas que você possui e se é o suficiente para matar seu adversário em poucos turnos. Mulligue se necessário. Não tenha medo, mas lembre-se de pelo menos possuir um terreno e duas mágicas com CMC 1 (no mínimo).

 

-Um Kor Firewalker incomoda muito um jogador de Burn. Então venho a repetir, para tirar essa pedra do seu sapato (além de usar Path to Exile), você tem a opção de atacar com alguma criatura (que tenha um poder de no mínimo 2), seu oponente bloqueá-la com o soldadinho kor e antes da etapa de resolução de dano, castar um Skullcrack. Desse modo, o Kor não irá perder sua proteção contra o vermelho, porém não terá o dano causado pela sua criatura prevenido (dano causado por criaturas da cor no qual determinada carta tem proteção é prevenido, já as mágicas da cor não podem dar alvo a tal criatura com proteção).

 

-Se você estiver no play, não conhece seu oponente (assumindo que ele também não te conheça, ou não saiba que deck você está jogando) e não possuir uma jogada de primeiro turno (nenhuma criatura ou Lava Spike), procure começar o jogo com uma Scalding Tarn. Desse modo, você pode vir a fazer o oponente achar que seu deck é outro que não seja um Burn, podendo vir a fazê-lo cometer jogadas erradas neste early game. Ex: Ele pode acreditar que seu deck seja um UWR Control.

 

-Se possível, faça primeiramente suas mágicas com maior CMC. conjure Eidolon of the Great Revel o mais rápido possível. Só tome cuidado para não travar seu próprio jogo com o bicho se seu oponente tiver uma boa quantidade de criaturas no deck, no qual fará você impossibilitado de atacar.

 

-Só por que a carta é uma mágica instantânea, não significa que você precise joga-la sempre nos finais dos turnos. Considere a situação de cada jogo.

 

-SEJA PACIENTE. Só por que você possui uma contagem de dano letal em cartas na sua mão, não significa que você ganhou o jogo. Jogue suas mágicas no momento certo, ou você acabará ficando “sem gás” e aumentando a probabilidade de derrota.

 

-Caso seu oponente tenha uma criatura com lifelink, você pode prevenir que ele ganhe vida bloqueando a criatura dele com uma sua e matando a sua própria criatura bloqueadora antes da fase de resolução de dano. Ex: jogando contra um Tron e realizando esta estratégia contra o Wurmcoil Engine do seu oponente, pode lhe garantir uns turnos extras e até mesmo a vitória.

 

-Boros Charm pode tornar suas permanentes indestrutíveis até o final do turno. Todas. Inclusive seus terrenos. Tenha isso em mente, caso tentem quebrar seu jogo destruindo suas lands. (Ex: Fulminator Mage)


 

Concluindo

 

O que tenho para falar aqui na conclusão é apenas que Burn é um deck divertido, “barato” em relação ao formato Modern, e muito difícil de se pilotar bem.

 

Se vocês está pensando em entrar no Modern, e gosta de partidas rápidas e agressivas, aconselho o Burn!

 

Apenas mais uma coisa, se você joga de Burn, não desanime se o seu meta possuir muito hate. Há muitas pessoas que ODEIAM perder para Burn, e para isso enchem o Sb com todo o tipo de hate possível. Hahahah

 

Por enquanto é só!

 

Espero que tenham gostado, e qualquer comentário, crítica ou sugestão, sou todo ouvidos! Escrevam o que pensam, ou me mandem uma PMSG o que acham, se discordam, se querem algum modelo de artigo diferente, algum deck específico, outra temática e etc...

 

(me desculpem amiguinhos que pediram por Deck Techs de outros decks, ainda estou aprendendo a jogar melhor com eles online, quando conseguir escrever algo no mínimo decente, eu posto! Restore Balance, Esper Mentor)

 

Ps: Sabe o que é super divertido ao se jogar com um Burn?

 

Turno 1 – fetch, shock e Thoughtseize.

Gustavo Fujisima Yada ( Yadabadabadu)
..
Comentários
Ops! Você precisa estar logado para postar comentários.
(Quote)
- 10/02/2016 02:05
Basicamente lembro disso, quando lembrar do resto posto :D

Cavaleiro Sangüinário
Rusalka Ardente
Áugure do Círculo Ígneo
Goblin Ensandecido
Saqueadores Keldonianos
Mago do Pergaminho

Choque Repentino
Carbonizar
Choque
Martelo Vulcânico
Lâmina Tempestuosa


Side - Lumespectro
Side - Sulfur Elemental
Side - Táticas de Guerrilha
(Quote)
- 06/02/2016 15:37

Rapaz, ótima história e elo deck devia ser!

Porém é isso mesmo que você disse, envolve muito uma questão de gosto.

E tem aquela máxima também, o que ganha jogo é o jogador e não o deck!

E se puder posta aí a lista do deck, fiquei curioso hahah

(Quote)
- 05/02/2016 05:57

era ironia, amigo...

(Quote)
- 05/02/2016 02:24
Te entendi perfeitamente irmão!
Tudo é o estudo das cartas metagame, e tal!
Em 2008 joguei um regional qui na minha cidade com um deck que na época não via jogo algum masssssss sempre fui player do monored (apesar de gostar de todas as cores, sempre foi am inha preferida) e eu usava cartas que ninguém dava bola como por EX: Áugure do Círculo Ígneo porra, quem usaria Áugure do Círculo Ígneo num deck? Eu usei e te digo... Surrei Dredge, Dragonstorm, UR Magnivore, Monoblack discard enfim o que veio pela frente, só perdi (duas vezes) para mono U Picles pois não tinha o que fazer mesmo! Tanto que o pessoal que vio de Porto Alegre jogar queria porque queria ver o tal Mono Red que tinha passado para o TOP 8 hehehehehehe

E te digo, deck tava perneta pois faltaram coisas e os Áugure do Círculo Ígneo dando 6 de dano e neguinho indo a 16 de dano e o Char comendo depois não teve preço!

Como eu te disse vale o estudo hehehehe

Abração meu bruxo!!!!!
(Quote)
- 04/02/2016 22:22

Sim! O problema dessas duas cartinhas seria a escolha do oponente!

Quase como o Gifts Ungiven (outra carta que eu acho animal haha), porém usava 1 ou no máximo 2 de Browbeat no deck, para caso do late game, tipo um topdeck caso perdesse o fôlego!

Porém sempre coloquei no lugar dos searing blaze que usava como side!

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