O Deus Yawgmoth

       

Por: Lord_of_Elves em 26/02/11 15:19 | 6 comentários / 4,632 visitas

O Deus Yawgmoth




O Pai das Máquinas, O inefável, O Senhor das Trevas, O Escondido, O Senhor da Ruína. Quase toda cultura de Dominaria tem um nome para ele. Os “Benalish” acreditam que ele é um monstro desumano com a habilidade de incendiar campos com seus olhos. Os “Mercadians” o reverenciam como um benevolente suserano. Os estudiosos da “Nova Argive” procuraram seu nome em todos os mitos conhecidos. Os “Ru-norans” o temiam como uma sombria ameaça do seu passado. Ele é todas essas coisas. Ele é mais. Nada foi mais temido na história do plano de Dominaria do que ele. Nações agonizavam com seu verdadeiro nome. O medo deles é justificável. Pois ele é Yawgmoth.

O deus phyrexiano nasceu como um mero homem mortal durante o reinado de Thran, a mais avançada cultura de Dominária datou este fato. Entre 2000-5000 anos antes do nascimento do planinauta Urza, Yawgmoth gastou sua vida devotado a curar o corpo humano de qualquer maneira. Yawgmoh acreditava que o corpo humano era uma complexa construção orgânica, e qualquer doença ou defeito psíquico era devido uma bactéria ou vírus, e não espíritos malignos. No entanto, seu talento foi estimulado por uma insaciável sede de poder e pela crença que ele sozinho deveria reinar sobre tudo. As idéias de Yawgmoth na cura eram tão revolucionárias que o levaram ao seu exílio do império thranico. O impero nunca se recuperaria dessa decisão. Naquele dia, eles ganharam a fúria de Yawgmoth.

Durante seu exílio Yawgmoth viajou pelo mundo, visitando muitas civilizações diferentes, e mostrando-lhes todos o quão cruel e frio que estava. Durante esse tempo, ele cometeu muitas atrocidades, das quais a seguir são conhecidos por nós:

■Ele viajou às distantes fronteiras do reino dos anões da profundeza de Oryn, incitando uma rebelião de trabalhadores que quase matou o rei dos anões e terminou mil anos de domínio dos anões.
■Ele virou o Creeping Mold de Argoth em uma praga virulenta que corroía os elfos. Ele também seqüestrado seu Sumo sacerdote Elyssendril Lademmdrith e seus curandeiros, ordenando os elfos para pagar resgate de seu líder e por sua cura. Quando os elfos pagos, entregou-lhes apenas água adocicada e os 12 curandeiros mortos.
■Ele colocou a Morte Branca sobre a minotauros de Talruum, só para estudar seus efeitos.
■Ele envenenou o tribos humanas de Gulatto Meisha.
■Mais uma de suas vítimas foi bey viashino, que foi dissecado após aceita-lo o em sua casa.
Essas atrocidades não eram nada. Sua vingança sobre Thran era tudo que importava. Yawgmoth soube que o gênio de Thran, Glacian, um instrumental responsavel pelo seu exílio, estava padecendo de uma doença de causa desconhecida. Aparentemente, um homem doente empunhando um imperfeito cristal atacou Glacian em seu laboratório. Yawgmoth entendeu que seu banimento poderia ser revogado se ele achasse a causa dessa enfermidade e a vencesse. Ele sorriu e foi para a metrópole Thranica de Halcyon.

Yawgmoth chegou em Halcyon como um mendigo, agarrando –se a sujeira de suas vestes rasgadas, como se fosse um estranho para o Thran. Ele deveria sair como um ancião. Ele deveria sair como um monarca. Ele deveria sair como uma divindade. Nos portões de Halcyon, Rebbec aguardava para saudá-lo. Arquiteta chefe de Thran e mulher do inventor de malhas, Rebbec recebeu Yawgmoth como uma cobra em seu peito. Quase imediatamente, Yawgmoth foi fisgado pela bela arquiteta. Ele estava ligeiramente menos impressionado com a cidade que ela construiu. Halcyon era uma próspera metrópole, mas isto já foi muito mais. A cidade inteira já foi regida por uma revolucionária nova ciência conhecida como “Power Stones”. Esses artefatos, uma vez carregados, forneceriam uma eterna, se gasta, forma de fazer a vida de cada um, todos os dias, mais fácil. Yawgmoth descobriu que antes de Glacian se adoentar, ele foi instrumento em um dos recém-descobertos usos das “Power Stones” na vida em Thran.

“Fique comigo”, você disse, “e a cidade será sua”
“Eu estou com você…..”

Os dois foram para o leito de Glacian, encontrando o gênio pouco grato com a oportunidade de ser curado por um homem que ele tinha exilado há muito tempo. No entanto, Yawgmoth não desanimaria. Ele iria encontrar uma cura, não importasse o custo. A vida do homem Glacian nada significou para ele. Ele iria encontrar uma cura, a fim de manter as cabeças do povo de Thran curvadas diante dele.

Yawgmoth pesquisou sobre a doença, que ele chamou de phtisis, estava correndo mais desenfreada nas Cavernas dos Condenados. Essas cavernas, situadas abaixo de Halcyon, foram a antiga prisão dos bandidos de Thran. Ao longo dos anos, porém, os presos tinham dado a luz à novas gerações que não eram culpados de nenhum crime a não ser nascer de ancestrais presos. Yawgmoth viajara nas cavernas traiçoeiras, a fim de observar um determinado processo. O revolucionário Condenado que tinha atacado Glacian tinha feito isso com uma Powerstone imperfeita, imperfeita por sua irregularidade, como um punhal. O homem estava aparentemente cheio de doença, talvez a mesma doença que afligia o gênio Thran. Depois de Yawgmoth ganhar o respeito dos Condenados por matar um de seus guerreiros, um menininho o levou à caverna de quarentena, onde estava a forma adoecida de Gix (ele próprio um nome memorável na história da Dominária e Phyrexia) .

“Já não importa para você o que eu sou – soldado ou curador. Só importa que voltei minhas atenções estão em outra pessoa. Você se importa se eu planejo matar o homem? Importe-se de saber se eu vou matá-lo primeiro.”

Yawgmoth tirou Gix das Cavernas dos Condenados à enfermaria de Glacian. Ele observou que ambos foram atingidos pela phtisis, e ambos responderam negativamente ao contato direto com as powerstones. Estas observações teriam que esperar, no entanto, aquele dia era para ser a grande inauguração do Templo Thran, um enorme castelo flutuante desenhado pela própria Rebbec. O Templo Thran foi um tremendo sucesso, mas enfraquecera a humildade da população de Thran. Ao tentar elevar-se aos níveis de divindades, os Thran estavam seriamente ignorando as figuras escuras que se utilizariam deste novo poder para fins próprios. E se a história nos tem mostrado alguma coisa, é que não existe a figura mais escura do que Yawgmoth.

Meses mais tarde, Yawgmoth tinha decifrado as causas da doença. Phtisis era causada pelo contato direto com as powerstones. Com o tempo, as perigosas radiações emanadas das powerstones poderiam enfraquecer o sistema imunológico de um ser humano, levando à extirpação mortal que afetou Glacian, Gix, e inúmeros outros. Yawgmoth compartilhou esta revelação com Rebbec, Glacian e Gix. Rebbec estava temerosa. Glacian estava cheio de acusações. Yawgmoth enfurecido. Gix apenas riu. Yawgmoth revelou que, devido a Caverna dos Condenados estar estabelecida diretamente abaixo de Halcyon, a maioria da radiação das powerstones era dirigida para lá. Este foi o motivo que a phtisis era tão avassaladora em toda a Caverna dos Condenados. Dias depois, descobriu-se que um Gix, furioso tinha desaparecido.

Yawgmoth e Rebbec dividiram seus achados com o Conselho de Governo halcytiano. Dizer que eles estavam ultrajados seria grosseiramente inadequado. O curador dos leprosos, que foi exilado de sua bela cidade, teve a coragem de retornar, e ainda fazer ociosas especulações sobre o recém-descoberto poder deles, que tinha um efeito negativo sobre a população. Ao alertar Glacian, um voto foi aberto para o exílio de Yawgmoth. Yawgmoth permaneceu calmo. Ele pediu que fosse dado a ele um grupo de estudantes e curadores para que pudesse aprofundar os estudos sobre a “phthisis”. O Thran votou para que fosse atendido o pedido de Yawgmoth, mas deixou dolorosamente claro que se os resultados não aparecessem, seu banimento seria reintegrado.

Dias depois, curandeiros de Yawgmoth desenvolveram um possível tratamento para a cura. Embora este tratamento não curasse a phtisis, possivelmente evitaria sua propagação. Sua pesquisa teria que esperar, entretanto. Uma rebelião estava a caminho. Gix havia retornado com uma tropa dos Condenados, todos prometendo pôr Halcyon abaixo de suas vigas por seus crimes contra eles. A guarda Halcyte enfrentou os Condenados obtendo pouco sucesso. Yawgmoth tomou isso como uma oportunidade disfarçada. Ele raptou um rebelde infectado pela phtisis para ver se o novo tratamento funcionaria. Os curandeiros ficaram surpresos com os resultados. Não só o tratamento deteve a doença, como causou a própria reversão. O rebelde ferido não havia sido curado, mas estava em melhores condições do que estava nos últimos anos. Porém o enfermo teve pouca chance de agradecer Yawgmoth. A futura divindade matou-o logo após o tratamento ter sido administrado.

Yawgmoth tomou uma liteira (é um trono com varas laterais) voadora para o Templo de Thran, onde encontrou Rebbec e uma tropa de outros sob o ataque de Gix e seus leais rebeldes. Yawgmoth prometeu a Gix o tratamento, se ele parasse o ataque. Depois de Gix injetar o tratamento em si e ver os resultados favoráveis, concordou em negociar com Yawgmoth.

Yawgmoth foi imediatamente elevado à posição de herói local. Ele encontrara um tratamento para a doença que estava arruinando o povo Thran. Ele cessou a rebelião dos Condenados. Trabalhou, não somente, para encontrar uma cura para a população de Thran, mas também para os outrora odiados – os Condenados. Toda a cidade acolheu-o em seus corações. Ele se banquetearia nesses órgãos, um por um.

O tratamento foi administrado para a população em geral atingidas de Thran e os Condenados. Glacian, já severamente ressequido pelos efeitos da doença, mal foi afetado pelo tratamento. A doença começou a afetar a mente de Glacian, para o desgosto de sua esposa. No entanto, nos anos vindouros, não foi possível Yawgmoth (possivelmente por falta de vontade) encontrar uma cura. O tratamento administrado aos condenados foi ficando cada vez menos ineficaz. A maioria dos curandeiros civis era controlada por Yawgmoth. Milhares de cidadãos Thran foram enviados para a Caverna de quarentena para a cura. Meras centenas foram autorizadas a sair.

Durante um jantar com Rebbec, Glacian confrontou Yawgmoth. A mente de Glacian tinha aparentemente sido dividida em duas, parcialmente devido ao pthisis, em parte devido a seu próprio gênio. Ele revelou seus planos para abrir portas para novos mundos, mundos infinitos que dormiam dentro de cada powerstone carregada. Esta idéia foi completamente ridícula, mas também pareceu completamente genuína. Yawgmoth teve pouco tempo para refletir sobre o significado disso antes de Glacian novamente interromper sua refeição com as mesmas coisas, não se lembrando que já tinha dito isso. Rebbec tornou-se cada vez mais preocupada com a sua saúde do marido. Yawgmoth tornou-se cada vez mais preocupados com Rebbec. No entanto, meses depois Rebbec estava pronta para se entregar voluntariamente à Yawgmoth. Mas o jogo estava indo bem rápido demais. Yawgmoth estava sempre preocupado apenas com ele mesmo.

Após retornar de uma viagem à Jamuraa, Yawgmoth foi informado pelo conselho Halcyte que os enfermos da Caverna Quarentena estavam fugindo em Halcyon. Insatisfeito com a falta de resultados dos tratamentos de Yawgmoth, eles haviam deixado as cavernas e poderiam contaminar mais Thranianos com a “phthisis”. A Yawgmoth foi dado o controle de um esquadrão de guardas Halcyte, a fim de travar esta escapada de qualquer maneira. O curador apreciava muito esmagar a vida dos enfermos.

Um dia, tudo mudou. Yawgmoth começou sua longa caminhada da mortalidade para a divindade. Ao verificar de onde vinha a doença de Glacian, Yawgmoth notou que uma espécie de feiticeira estava visitando o gênio. Yawgmoth encontrou uma mulher de imenso poder oculto de ter uma conversa com o ressequido Glacian. Esta mulher, Dyfed, declarou corajosamente que ela era um planinauta, uma portadora de magia unida a um deus. Yawgmoth desacreditou-a, muito porque ela era muito “enjoada”. A deusa transportou Yawgmoth ao plano distante da Pyrulea, a fim de mostrar-lhe que suas palavras eram verdadeiras. As coisas não poderiam estar indo melhor para Yawgmoth. Uma cidade inteira estava a seu lado. Logo, ele assumiria o controle de toda a existência.

Eu não sou um ser humano normal.


Pouco tempo depois, um segundo levante começou a partir da Caverna dos Condenados. Desta vez, os Halcytes estavam prontos. A Yawgmoth seria dado o controle completo sobre as forças militares da Halcyon, se pudesse repelir esses ataques. O curandeiro equipou os guardas Halcyte com armas e armaduras regidas pelas powertones, o que fez com que a guarda interrompesse rapidamente a invasão.

Após a segunda tentativa de Gix conquistar Halcyon ter sido frustrada, a população Halcyte tinha elevado Yawgmoth ao nível de herói nacional. Ele estava perto de uma cura para a “phthisis”. Ele tinha destruído os inimigos Thrans. Ele tinha ganhado a lealdade eterna de Gix. Mas Yawgmoth tinha uma nova promessa a fazer. Ele descobriu que a doença era apenas um enfraquecimento das defesas naturais dos corpos. Se ele pudesse de alguma forma incorporar melhores órgãos dentro do corpo, orgânicos ou artificiais, então ele poderia parar estas doenças. Ele prometeu parar todas as doenças, inclusive a maior doença de todas: a morte. Uma multidão silenciosa olhou com espanto. Yawgmoth faria todos os Thran imortais. Ele iria torná-los deuses.

No entanto, antes que Yawgmoth pudesse começar sua longa caminhada para a divindade, o passado voltou para assombrá-lo. Uma população combinada de anões, elfos, guerreiros gatos, viashinos, minotauros e bárbaros aproximou-se de Halcyon. Acusaram Yawgmoth de seus pecados passados, prejudicando as linhagens das raças de Dominária por milhares de anos. Os anões, em particular, afirmaram que Yawgmoth levariam Thran rumo à estrada da ruína. Uma votação foi feita para o exílio de Yawgmoth, mas novamente falhou. Os exércitos combinados deixaram Halcyon depois de declarar guerra ao Império Thran. O que é pior, as cidades-estado de Thran Losanon, Wington e Chignon viraram-se contra o resto do império. Yawgmoth declarou lei marcial. A guerra civil estouraria em questão de dias.

Dias depois, Glacian e Rebbec rogaram para Dyfed libertar os anciãos Thran que tinham sido aprisionados -por seu próprio bem- por Yawgmoth. Rebbec acusou Yawgmoth de negligenciar seus deveres para curar Glacian. Yawgmoth se limitou a afirmar que não iria descansar até que Glacian estivesse bem. Então, ele prometeu que iria lutar com ele até a morte pela mão de Rebbecs. Entretanto, Yawgmoth ordenou que Glacian fosse levado para as caverna dos condenados, com os outros inválidos.

Yawgmoth sabia que não poderia manter seu domínio sobre o império sem ajuda de Dyfed. Ela tinha lhe mostrado vislumbres de outros mundos, e ele desejava muito encontrar um mundo despovoado, onde ele poderia enviar Thran para viver em paz. Este mundo teria que ser, evidentemente, governado por ninguém menos que Yawgmoth. Dyfed procurou por esse mundo e voltou com sucesso.

Este mundo seria o trono de Yawgmoth por nove mil anos. Ele se tornaria o mais vil e temido plano em toda a existência. Mas, por agora, era um paraíso luxuriante. Yawgmoth, Rebbec e Dyfed observavam sua beleza tranquila. O mundo estava completamente vazio, e tinha outros oito níveis de outros aninhados em seu interior, de dentro para fora. Um plano artificial criado por um planinauta dracônico, não precisava nem de sol nem de chuva para prosperar. Ele continha, na sua oitava esfera uma camada de pura energia que aqueceria o plano para sempre. Foi uma grande construção mecânica, que abrigou com benevolência milhares de criaturas artificiais. Yawgmoth usaria esse plano primeiro para curar os phthiticos, em seguida, para a cura da mortalidade e, finalmente, para lançar seu domínio através do multiverso. Yawgmoth precisava encontrar uma cura para a “phthisis”, a degeneração contínua que flagelara o seu povo. Ele iria combatê-la neste local, um plano que seria dedicado à phyresis, a geração contínua. Ele chamou este novo mundo Phyrexia. Dominia choraria de medo pelos próximos nove milênios.

Será um mundo de geração progressiva – de phyresis. Será um mundo chamado Phyrexia.


Yawgmoth se fundiu com seu próprio novo mundo. Lutando para sobreviver ao dilúvio de energias, ele emergiu como deus completo de um mundo inteiro. Usando desenhos de Glacian, Yawgmoth abriu um portal entre Phyrexia e as caverna dos condenados. Milhares de phthiticos de Thran entraram em Phyrexia com maravilhoso espanto.


Eu sou o destino encarnado. Eu vou mudar o mundo para sempre. Eu vou mudar o Multiverso. Bem-vindos, meus filhos. Bem-vindos à Phyrexia!


Yawgmoth voltou a Dominária através de seu recém-criado portal para encontrar Rebbec, que o pediu para fazer algo sobre a condição de Glacian. Yawgmoth disse a Rebbec que um novo tratamento que estava sendo desenvolvidos para os infectados de Thran. O tratamento envolvia implantar uma powerstone descarregada no corpo. A radiação nociva, e que foi a causa da “phthisis”, fluía diretamente para a powerstone, que poderiam então ser removida, deixando o corpo completamente curado. Além disso, alguns Thran estava crescendo mais alto, mais fortes e saudáveis por tomar banho no óleo brilhante que foi encontrado na quinta esfera de Phyrexia. Glacian não ouviria nada disto, e acusou Yawgmoth de tentar controlar o Império Thran.

Yawgmoth também disse a Rebbec que talvez Glacian não tivesse sido curado ainda porque uma lasca de powerstone ainda não tinha sido implantada dentro do corpo dele. Yawgmoth retirou as proteções, enquanto introduzia uma powerstone descarregada. Rebbec estava chorando sobre o marido.

Na frente de batalha, a guerra não estava indo a favor de Yawgmoth. A cidade de Orleason sucumbiu à traição e se juntou à resistência. A cidade de Phoenon tinha sido varrida do mapa pelas cidades-estado armadas rebeldes. Era hora de Yawgmoth ir para a ofensiva. As forças rebeldes estavam avançando rumo a Halcyon para um golpe final. Yawgmoth e suas tropas os encontrariam em Megheddon Defile.

Nenhum adversário meu sobreviverá a esta batalha.


Yawgmoth bombardeou as forças em terra armada com a sua própria armada aérea. Canhões de raio capturados na Batalha de Phoenon destruiram essas aeronaves. Yawgmoth retaliou desencadeando suas armadilhas escondidas e as criaturas artefato. Seus caranguejos da areia foram esmagados por magia élfica. Não espantado, Yawgmoth liberou sua guarda Halcyte, que infligiu pesadas baixas entre os rebeldes. No entanto, estes também foram derrotados pela magia élfica. Yawgmoth liberou seus íltimos defensores, dois monstros gigantes mecânicos. Estes também caíram quando os motores mantis desenhados por Glacian os atacaram Yawgmoth retirou-se do desfiladeiro, mas dirigiu-se diretamente para a Esfera de Anulação de Thran.


A Esfera da Anulação controlava a totalidade das defesas artificiais de Thran , e seria um grande trunfo para Yawgmoth na cruzada contra os rebeldes. Yawgmoth atingiu a Esfera com a maioria do seu exército Phyrexiano, liderado pelo recém-coroado Comandante Gix. Essas criaturas tinham sido humanas uma vez, mas agora eram uma espécie própria. Através do óleo de Phyrexia e da ciência de Yawgmoth, esses pobres coitados eram seus próprios inimigos. A Esfera da Anulação foi capturada dentro de instantes. O Phyrexianos, procurando mais sangue rebelde, foram para o desfiladeiro Megheddon.

Yawgmoth utilizaou engrenagens da Esfera da Anulação para lançá-la no ar, impedindo que os rebeldes Thran conseguissem recuperá-la. Yawgmoth fez as criaturas artefato se rebelarem contra seus controladores. Ele, então, desencadeou as fontes de mana branca da Esfera, que fluíram através dos rebeldes, matando todos no campo de batalha. Agora não havia nenhuma maneira de Halcyon ser vítima de um ataque terrestre. A armada aérea de Yawgmoth abriu caminho para que a Esfera passasse através dela. Ele assistiu do deck de uma de suas grandes aeronaves a subida da Esfera da Anulação pelo ar, que tornou-se uma nova lua de Dominaria.


Yawgmoth voltou para Halcyon com duas armadas Thran em perseguição. Encontrou Rebbec em um estado de delírio, mas ela foi facilmente acalmada pelos sedativos de Yawgmoth. Yawgmoth voltou a Phyrexia, mais uma vez que se fundindo com o plano. Sua meditação foi interrompida pela planinalta, que disse a Yawgmoth que ele deve ser detido. Ela disse ao governador que tinha tomado os anciãos Halcyte longe de sua lei marcial. Yawgmoth pouco fez para resistir ao controle de Dyfed, mas disse-lhe que se fosse levado para longe de Phyrexia, os embaixadores não-humanos seriam mortos. Yawgmoth os tinha raptado, dissecado e fundido seus corpos em grotescos amálgamas. Dyfed, sabendo que nada podia fazer para salvar estes miseráveis, foi presa fácil dos artifícios de Yawgmoth. O deus de Phyrexia apunhalou o cérebro de Dyfeds, prejudicando sua capacidade de formar um corpo físico. Constantemente batendo seu cérebro como um ovo, Dyfed seria impotente para resistir a ele.

Yawgmoth voltou a Halcyon para começou sua defesa contra o avanço das armadas. Yawgmoth entrou na briga, atacando de seu navio de guerra Yataghan. No entanto, um tipo de magia o salvou da morte, quando um canhão de raios Halcyte bombardeou o navio. Yawgmoth foi o único sobrevivente do acidente, mas foi confundido com um invasor rebelde. Yawgmoth começou a escalar as montanhas Halcyte ao lado de um esquadrão de invasores élficos. No entanto, suas defesas logo chegaram. Steeplejacks, Phyrexianos criados para combater na montanha,o atacaram em enxames. Yawgmoth poderia ter sido morto como um invasor, mas um ex-curador, Xod, reconheceu-o e o levou a Halcyon.



Após a rápida e violenta eliminação da guarda responsável pela destruição dos navios, Yawgmoth foi recebido pelo Comandante Gix, que tinha matado o comandante da Guarda Halcyte por presumir que Yawgmoth tinha sido morto. Yawgmoth ordenou que Gix levasse todos os cidadãos de Thran para Phyrexia para começar a sua mudança em monstros. Em seguida, ele viajou para a caverna dos Condenados para entrar em seu mundo. Ao longo do caminho, ele encontrou Rebbec acalmando o corpo em coma de seu marido. Infectando-a com mais sedação, ele levou-a para Phyrexia.

Yawgmoth mostrou a Rebbec as maravilhas que ele fizera, incluindo o tormento de Dyfed. Ele a levou para a Nona Esfera, o seu santuário, e possuiu completamente a mente dela, aprendendo de imediato todos os segredos que ela possuía. Ele a deixou para iniciar a fase final do seu plano de dominação sobre o Império Thran.

Nós estamos subindo. Estamos nos tornando Phyrexianos. Estamos nos tornando deuses.


Yawgmoth e seu exército atacaram um hangar de Halcyte ocupado por rebeldes. Após recuperar o hangar, ele carregou os atiradores de pedras de muitas aeronaves. Estas bombas destruiriam completamente as cidades traidoras de Thran. Em um único dia, ele iria destruir o Império Thran e solidificar seu poder em Dominária. Ele lançou suas bombas perto de Halcyon, destruindo muito do que havia feito Rebbec. As nuvens de cor branca leitosa que se espalharam por todo o país dissolveram toda a vida no seu caminho. A Esfera da Anulação dissiparia toda a energia que prejudicaria Halcyon. Venceria em instantes.

A aeronave de Yawgmoth patrulhava a cidade, que fervilhava de rebeldes. Após o reagrupamento das forças de Phyrexia e Halcyon, ele consolidou seu domínio em Halcyon. Ele ordenou que suas aeronaves partissem para as cidades-estado e as destruísse uma a uma. No entanto, suas forças não podiam ir muito longe. Aparentemente, a Esfera da Anulação tinha subido muito alto para poder desviar corretamente as nuvens mortais. Halcyon seria envolvida e destruída em horas. O que é pior, o Templo Thran tinha se reerguido de seus fundamentos e havia se elevado até o céu.

Yawgmoth fez um anúncio público para fiéis e rebeldes. Ele era o seu deus agora. Ele tinha preparado um mundo inteiro para a sua utilização. Se eles se declarassem leais e servos a ele, ele iria salvá-los, melhorá-los e completá-los. Ao vislumbrar as maravilhas de Phyrexia e os horrores da nuvem da morte, ninguém estava apto a recusar. Todos fugiram para Phyrexia, foram milhões de pessoas para preencher o mundo de Yawgmoth..

Eu preparei este lugar para vocês, meu povo, mesmo vocês, que já foram uma vez meus inimigos. Eu fiz isso por meu povo. Peço apenas para entrem. Peço apenas que eu possa ser o vosso Deus.


Apenas um permanecia. Rebbec olhou para o portal para Phyrexia, segurando a powerstone que Yawgmoth tinha encaixado dentro de Glacian. Yawgmoth assistiu com horror quando Rebbec se preparava para usar o poder da powerstone para selar o portal para sempre. Yawgmoth confessou e jurou seu amor eterno, mas sem sucesso. As mãos gentis de Rebbec colocaram a pedra em cima do pedestal. Com um grito de negação, Yawgmoth foi selado dentro de seu mundo para sempre. Seu reino se tornou sua cripta.

Yawgmoth furioso declarou seu ódio eterno por Rebbec, e fez um juramento: ele iria invadir Dominária de alguma forma e matar toda forma de vida, e torná-la sua própria. Então ele iria expandir seu controle por todo o multiverso. Nada poderia detê-lo. E parecia que nada podia mesmo. Pois no dia em que Yawgmoth foi exilado do plano de onde havia nascido, ele cresceu e ascendeu ao poder. Yawgmoth já se havia tornado um deus, mas foi se tornando algo maior. Na verdade, ele estava se tornando a criatura mais poderosa já criada. Ele estava tão acima de um planinauta como um planinauta estava acima de um vírus. Ele era maior que um deus. Ele era Yawgmoth.



Yawgmoth passou um total de cinco mil anos em sua casa, jurando vingança contra Rebbec e seu mundo. Através desta época, as forças de Yawgmoth tinham completado suas transformações, mas ainda não era suficiente. Yawgmoth sabia que o corpo era uma máquina, e como uma máquina poderia ser mais perfeito, acrescentando novas peças. Eventualmente, todas as criações feitas por Yawgmoth foram feitas máquinas perfeitas. Ele criou mecanismos de dragão, os motores de bruxa, vassalos de sangue, skirges, saqueadores de carne, os cães ocos, guardas sanguíneos e vebulids. Toda criatura nascida de um pesadelo de criança era sua para governar.

Ele reuniu um grupo seleto de grande inteligência e astúcia e os nomeou como seus demônios, um círculo interno dedicado à realização de seus grandes planos. O maior deles foi Gix, que havia se tornado tão poderoso quanto um planinauta. A planinauta de Phyresis que estava cativa, Dyfed, havia sido morta pouco antes de Yawgmoth ter sido exilado. Yawgmoth criou os Agentes Adormecidos, criaturas projetadas para parecer como os seres humanos de modo que quando Phyrexia se infiltrasse em Dominária, nenhum lugar seria poupado de seu olhar.

No entanto, um problema reinava em sua cabeça. Phyrexia era um plano artificial, criado por um planinauta para seus próprios fins. Yawgmoth soube que era o destino de todos os planos artificiais entrarem em colapso, e um dia o sua amada Phyrexia deixaria de ser. Yawgmoth deveria invadir Dominária eventualmente, e torná-la seu novo lar digno do seu nome.

Mas o gênio de Yawgmoth não pôde ser contido, nem mesmo em nove esferas. A história é questionável quanto a este ponto, mas aparentemente Yawgmoth começou de alguma forma a construir um outro plano, um mundo artificial, composto de Rochafluente. Este mundo, que Yawgmoth denominou Rath, lentamente se expandiria até as barreiras dimensionais, que não poderiam mais contê-lo. Após esse ponto, se fundiria com o mundo que estivesse mais próximo às suas coordenadas. Este mundo foi, naturalmente, Dominária, foi desta forma que Yawgmoth iria conquistar seu plano original.

Então aconteceu. O dia em que o Senhor das Trevas havia tanto aguardado. Um portal abriu e dois seres humanos entraram na primeira Esfera de Phyrexia. Yawgmoth ordenou aos seus subordinados para ficar longe e assistir às escondidas. Estes seres humanos, um homem e uma mulher, observavam com admiração as maravilhas que Yawgmoth tinha criado. Então, Yawgmoth notou algo estranho. O homem segurava na mão a metade de uma powerstone que emanava as mesmas energias como a que ele mesmo tinha implantado em Glacian cinco milênios atrás. Yawgmoth enviou um dos seus demônios para matar esses dois seres humanos e capturar essa powerstone quebrada, mas os homanos fugiram do plano e trancaram o portal.

Furioso, Yawgmoth fez planos para reabrir o portal. Uma ocorrência estranha estava acontecendo em sua primeira esfera. Alguns de suas engrenagens de Gargadonte Menor estavam desaparecendo. Yawgmoth teve pouco tempo para refletir sobre tudo isto. Anos depois ele conseguiu abrir o portal novamente. As powerstones que haviam por muito tempo servido como uma trava de restrição para Yawgmoth voltar a Dominária tinham sido removidas. Agora, nada poderia ficar no caminho de sua conquista. As energias temporais ainda estavam fracas, permitindo Yawgmoth enviar através do portal um único de seus asseclas. Yawgmoth facilmente escolheu Gix para inaugurar esta nova era. Gix deixou Phyrexia, fechando o portal atrás dele.

Durante anos, Yawgmoth esperou pacientemente pelo retorno de Gix. Finalmente, quase uma década depois, Gix entrou em Phyrexia golpeado e quebrado. Yawgmoth leu sua mente tão facilmente como as páginas de um livro. Gix reuniu um grupo de pessoas que adoravam máquinas com ele. Ele usou esses seres humanos para se infiltrar nas mais poderosas nações da área circundante. O continente tinha sido rebatizado Terisiare, enquanto as nações dominantes eram compostas de Argive, Yotia, Korlis e Fallaji. Aparentemente, mais de sessenta anos atrás, dois irmãos tinham removido a powerstone de Glacian de seu pedestal. A pedra tinha se dividido em duas metades, da mesma forma que a personalidade de Glacian. Um irmão tinha chegado para comndar Argive, Yotia e Korlis, enquanto o outro governava o Fallaji. Os dois irmãos lutaram entre si, até que todos os seus recursos estavam esgotados. Os dois viajaram para a floresta de Argoth, onde estavam engajados em uma guerra de três vias, com os defensores das florestas. De alguma forma, uma grande explosão destruiu a mágica de todo o continente, inclusive os dois irmãos. Terisiare estava em ruínas. Agora seria a hora perfeita para invadir.

Yawgmoth permitiu que Gix recuperasse seus seguidores de Dominaria e os incorporasse às maravilhas de Phyrexia. Logo, Yawgmoth havia acumulado uma grande multidão de seus monstros e invadiria em instantes. No entanto, algo estava errado. O portal não estava abrindo. Furioso, Yawgmoth exilou Gix à sétima esfera, onde ele iria se contorcer em agonia para sempre. Yawgmoth tinha projetado vários portais que lhe permitiriam entrar em muitos planos, mas nenhum deles iria funcionar para Dominaria. O plano estava completamente trancado para ele.

Quase mil anos se passaram, e ainda Yawgmoth era incapaz de entrar em Dominaria. Então, algo realmente inesperado aconteceu. Um dos irmãos (Urza), aparentemente, sobreviveu à destruição de Argoth e tornou-se um planinauta. O que é mais estranho é que o homem carregava no interior do crânio as duas metades da powerstone quebrada de Glacian. O planinauta invadiu Phyrexia, culpando o plano pela morte de seu irmão (Mishra). Cavalgando um enorme dragão mecânico, este homem, Urza, trouxe destruição incalculável para o reino de Yawgmoth. Isso não seria tolerado. Yawgmoth invadiu a mente de Urza, deformando-a para sempre. Derrotado, Urza deixou Phyrexia com um dos primeiros experimentos de Agente Adormecido de Yawgmoth, Xantcha.

Yawgmoth tinha um novo propósito de vida. Ele ainda estava com a intenção de retornar a Dominaria, mas uma nova meta foi formada em sua mente antiga. Urza deveria morrer. Essa obsessão alimentava todo o seu ser. No entanto, um homem conhecia Urza melhor do que Yawgmoth. O Lord das Trevas não teve escolha, tendo que libertar Gix de seu tormento eterno.

Yawgmoth enviou legiões incontáveis em busca de Urza. Perseguiram-lo através do multiverso, sempre um passo atrás dele e nunca capazes de lidar com seu poder.

Finalmente, os servos de Yawgmoth seguiram os passos do odiado planinauta até um plano de quase total mana branca. Enojado, Yawgmoth infundiu nesta terra sua essência do mal, corrompendo a terra por todos os tempos. Urza e Xantcha fugiram do plano de novo, com servos de Yawgmoth em sua perseguição. No entanto, Yawgmoth não tinha acabado com este mundo. O plano foi criado por outro planinauta, Serra, e foi um local de cura e da ordem. Yawgmoth detestava, e colheu os seus recursos para usar em Phyrexia. Serra tinha fugido do plano depois que ela percebeu que nada poderia parar os servos de Yawgmoth.

Finalmente, um dia glorioso chegou. Yawgmoth percebeu que Dominaria foi novamente aberto para ele. De alguma forma, o Fragmento dos Doze Mundos havia sido quebrado, e Yawgmoth estava livre para começar a infiltrar em Dominaria e prepar para sua grande invasão. Yawgmoth enviou seus servos para todos os cantos do plano. Ainda assim, Yawgmoth não conseguiu localizar a fonte de todos os seus problemas, o arrogante planinauta Urza. Finalmente, o demônio Gix conseguiu encontrar odiado inimigo de Yawgmoth, só para perder a sua vida em um conflito enorme. Yawgmoth enviou seus negadores, máquinas especializadas em matar planinautas, para os quatro cantos do globo, mas com sucesso limitado. Urza estava ocupado reunindo seus recursos na preparação para a defesa de seu plano. Ele falharia, nada poderia parar Yawgmoth. Seus asseclas já tinham severamente enfraquecido a orgulhosas pátrias de Benalish e Keldon, vitórias fundamentais antes da invasão que sequer tinha começado.

Finalmente, Yawgmoth havia vislumbrado o plano mestre de Urza. O evincar do plano de Rath havia capturado Sisay, a capitã da Nau Voadora Bons Ventos, em um esforço para atrair o seu inimigo mais odiado para suas garras. Enquanto Yawgmoth aplaudia as maquinações de Volrath, ele começou a perceber que Urza tinha uma mão nesta aventura que se desdobra. O meio-irmão de Volrath, o mestre-de-armas de Benalish Gerrard Capasheno, foi criado para um fim que ele mesmo não estava ciente. Gerrard havia sido projetado, produzido e miscigenado, para ser o último instrumento da vitória de Urza. Gerrard, junto com o surpreendente navio Bons Ventos, existia com o único propósito de destruir o Senhor dos Resíduos. O plano de Urza foi brilhante, mas também patético. Urza Achava q já sabia de tudo, mas as cartas que Yawgmoth seguravam estavam além de sua compreensão.

Volrath deixou o plano de Rath em busca de seu irmão odiado, deixando Rath um caos sem liderança. Yawgmoth nomeou Crovax, um nobre Urborgan que era um produto da intromissão genética de Urza, ao trono. Nomeando-o Evincar Ascendente. Crovax era um ditador cruel, mas foi controlado facilmente pelo gênio Yawgmoth. O vampiro Urborgan constantemente implororava para que Yawgmoth o deixasse ter um vislumbre de quando assassinou Selenia, permitindo que Yawgmoth controlasse Crovax com facilidade total. Yawgmoth tomou parte na ascensão de Crovax observando a partir de uma construção artificial profundamente dentro do corpo de um de seus seguidores.


"Doce, doce a sala da carne! A canção de sangue, que alegria antiga! Muito tempo eu dormi – porque, nesta aparência exterior eu posso andar em mil mundos, renovar as sensações de milênios perdidos! É meu, é meu. Quem é melhor do que eu? Eu posso levá-los todos em minhas mãos, acariciá-los ou esmagá-los. Meu bonequinho. Psiquiatra do nada, por favor, seu criador, contraia-se do nada, alegre seu criador."


Finalmente, o dia glorioso chegou. No ano de 4205, mais de 9000 anos após Yawgmoth partir de Dominaria, o Senhor do Escuro enviou suas legiões para derramar-se em sua antiga casa. Dentro de dias, Benália foi destruída, Llanowar estava em ruínas, Yavimaya foi enfraquecida. Keld estava em um estado de caos. Nova Argive foi destruída. O planinauta Teferi havia retirado Zhalfir da face do plano, como um animal que foge do chicote de Yawgmoth. As forças de Yawgmoth foram concentradas em Urborg e Koilos, onde Yawgmoth tinha saído de Dominária eras atrás. As forças de Urza, lideradas por Gerrard e o Bons Ventos, conseguiram destruir todos os exércitos de Yawgmoth que estavam estacionados em Koilos, permanentemente destruindo o portal que unia Phyrexia a Dominaria há milhares de anos.

As forças de Urza desfrutaram de uma breve refeição, só para encontrar-se repentinamente rodeadas de milhares de invasores Phyrexianos. Finalmente, o gênio de Yawgmoth tinha dado frutos. Rath tinha-se sobreposto sobre Dominaria. A floresta Skyshroud tinha aparecido no gelado de Keld. A fortaleza, sede do governo de Crovax, tinha tomado o seu lugar na terra de Urborg. Os Dominarianos sobreviventes foram rapidamente reduzidos a postos e esquadras dissipadas. Apenas a elite de lutadores de Urza permaneceu uma força viável, concentrando seus ataques em um último esforço para destruir a Fortaleza. Estas forças, liderada por Eladamri, um elfo Skyshroud, conseguiram recuperar o controle dos pântanos fétidos de Urborg, com a ajuda de Multani um feiticeiro maro de Yavimaya. A vitória parecia certa. Apenas Yawgmoth sabia que era uma farsa.

"Excelente. Eu conheço seu coração agora. Você é meu."


Profundamente em sua Nona Esfera, Yawgmoth era adorado pelos seus dois maiores inimigos. Em sua mão esquerda inclinou-se Gerrard, que concordou em render-se à Yawgmoth em troca da ressurreição do seu amor caído. À sua direita se curvava Urza, que só poderia se curvar admiração e temor no deus que Yawgmoth tinha se tornado. Estes dois homens eram as únicas coisas em Dominaria que poderia remotamente enfrentar o poder de Yawgmoth, e aqui eles se colocam em adoração abjeta ao Senhor do Escuro. Mas a apenas um será concedido o seu desejo. Yawgmoth removeu os poderes do planinauta Urza e ordenou que os dois homens lutassem até a morte na Arena Phyrexiana, pois ao vencedor concederia o seu maior desejo. Os dois lutaram por dias, impulsionados apenas por sua própria sede de sangue, até que finalmente Gerrard superou Urza, decapitando o homem que o criou. Yawgmoth concedeu a Gerrard poder além da imaginação, mas o rapaz só quis a vida de seu amor. Yawgmoth se cansou desse estratagema. O amor era uma fraqueza e a fraqueza não tinha lugar em uma criatura de Phyrexia. Ainda assim, Yawgmoth apresentou Hanna para Gerrard, completamente curada e inteira. Gerrard viu, através dessa fachada, e finalmente percebi que a Hanna ele amava era algo que Yawgmoth nunca poderia controlar. Gerrard destruiu a falsa Hanna, e foi imediatamente exilado da Nona Esfera.

Dominaria foi salva. Phyrexia estava em ruínas devido à intromissão de Urza. A fortaleza foi tomada. A invasão Phyrexiana tinha falhado. Cada plano que Yawgmoth tinha passado eras tramando tinha fracassado. Pouco importava, Yawgmoth foi a última criação do universo. Cada uma de suas criaturas sabia que só através da dor e da morte alcançariam a alegria e vida. Todos os Phyrexianos tinveram sua chance de enfrentar os desafios de Dominaria, a fim de serem verdadeiramente completos. Eles tinham falhado. Yawgmoth não.

Pela primeira vez em nove mil anos, Yawgmoth cruzou de Phyrexia para Dominaria.
Imediatamente, milhares de pessoas morreram. Tudo o que estava vivo nos arredores da Fortaleza morreu na hora, só para ter seus corpos sem vida subir em uma paródia da vida e caçar os vivos. Yawgmoth espalhou a sua essência na forma de uma nuvem negra sobre toda a Dominaria. Os milhares de mortos em Urborg foram seguidos por incontáveis bilhões por toda Dominaria. Yawgmoth estendeu a mão para agarrar o lugar de seu nascimento e transformá-lo em uma cripta em massa. Quando ele terminou, ele voltaria a criar seu Phyrexia amado em todo o globo. Apenas quatro coisas estavam em seu caminho: O pequeno navio voador Bons Ventos, Gerrard seu comandante, a cabeça enfraquecida de Urza e Karn o golem de prata. Os quatro maiores jogadores do plano de Urza tinham chegado juntos à fusão de suas essências em uma exibição gloriosa. Mas para Yawgmoth, estes quatro nem sequer existiam. Urza não era responsável por sua derrota. Esta injustiça pertencia a Rebbec, viva após todos estes anos e renomeada pelos Dominarianos como Gaea. Na mente distorcida de Yawgmoth, essa fantasia se desenrolou. Mesmo quando Bons ventos estava destruindo Yawgmoth, foi Gaea quem estava extraindo sua vingança completa.

E então ele morreu. O maior ser que o multiverso alguma vez produziu foi derrubado, deixando inúmeras Phyrexianos de luto à sua espera. A destruição desgrenhada de seu plano estava perto e todos os filhos de Yawgmoth olharam para o céu como seu pai tivesse deixado toda a vida fugir de suas instâncias. Para Dominaria, a vida nunca mais seria a mesma. Mas para Phyrexia, a vida tinha deixado de ser. Yawgmoth se foi, e os Phyrexianos espalhados por todo o rosto de Dominaria não ofereceram resistência às forças da coalizão agredidas. Seu propósito para a vida fora, eles não poderiam continuar existindo. Yawgmoth estava morto. . .



. . . ou não? Coisas em Dominia não são como parecem, e com Yawgmoth nada é certo. Mais de um século mais tarde, quando Dominaria começou sua longa caminhada para reconstruir suas nações, no continente de Otaria o ser que parecia divino Karona embarcou em uma cerimônia. Acreditando que ela era um deus, Karona tentou entrar em contato com outros deuses das cinco cores de mágicas, desesperada para encontrar uma família para falar. Em busca de um deus de mana preta, Karona respondeu às orações do Phyrexianos sem fé em Dominaria. Yawgmoth está vivo.

O mundo não me recebeu. Aqueles que eu escolhi se viraram da verdade para a perverssão. Insisti. Eu construí um mundo inteiro para que eles habitassem, e quando não o fizeram, eu construí um outro mundo para trazer o meu povo para ele. Eu mesmo vim, abracei todos em Dominaria, dei as boas vindas a cada criatura, mas elas me insultaram. Chamaram-me destruidor e Gaea me diminuiu.
Eu era um deus, mais verdadeiro do que qualquer outro. Eu vou ser um Deus novamente em breve. Eu sou Yawgmoth.

Karona foi posteriormente exilada de Dominária por três magos poderosos. Karona vagava pelos planos, acabando por chegar à Phyrexia, ainda abalada, após cem anos. Yawgmoth, enfraquecido à sepultura por seus encontros com a arma odiada de Urza, lentamente constrói a sua força e liga o seu tempo, esperando seriamente o dia que vai pisar Novamente em Dominária, e com nenhum dos seus odiados inimigos deixados vivos, vai finalmente espalhar sua visão gloriosa da phyresis por todo o plano. . . e além.

Tradução: Heber Pratti
Fonte: Phyrexia






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Comentários

Ops! Você precisa estar logado para postar comentários.
(Quote)
- 12/03/2011 23:10
Não sei se é de lá, o nome do tradutor tá ali não fui eu ki traduzi não.
(Quote)
- 12/03/2011 21:30
ou a fonte e phyrexia mas essa tradução e do site Artigos Tolarianos n e? Quem e o moderador e ate o Detergente daqui da liga
(Quote)
- 26/02/2011 14:53
parabéns tá muito massa!
(Quote)
- 26/02/2011 14:49
Legal a iniciativa!
(Quote)
- 26/02/2011 14:47
Fonte: Phyrexia.com
Escrito por: Eidtelnvil
(Quote)
- 26/02/2011 14:04
Uma das melhores coisas que eu li nos últimos anos. Troco minha alma pelo livro "The Thran". Sou fã de Yawgmoth e parabenizo o tradutor! Arretado o texto! o/