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Boros Sisters [ Competitivo]
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 Boros Sisters [ Competitivo]
gutoferreirinha

Esquilo
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Postado em: 15/07/16 18:19
Opa!
Tudo bem?

Caras, eu sempre gostei muito de jogar de Soul Sister e, de um tempo para cá, migrei para para o Boros Sister. Estava jogando com uma lista bem comum (adicionando Brimaz) e estava dando resultados. Mas ainda assim, menos do que eu esperava. Portanto, fiz umas mudanças para que o deck ficasse um pouco mais control, sem perder a agressividade e os combos. Gostaria que vocês dessem uma ajuda no que melhorar e como deixar esse deck o mais competitivo possível! e principalmente, o que colocar no SB, pois ainda não o montei

Boros Sister - Modern
2016-07-15  
Jogador

gutoferreirinha
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[deck=387683]



Há outras cartas ainda que encaixam nesse deck, como Kytheon, Brimaz, Serra Ascendant, Mark of Asylum e etc, mas gostaria de uma ajuda de vocês que com certeza manjam mais do eu!

Abs!


Editada em: 15-07-16 18:23:44 por gutoferreirinha.
 
kohelfs

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Postado em: 26/07/16 13:51
Acho a ideia de um Boros Sister muito interessante. Como no título do tópico está "Competitivo" não vou me ater a questões de preço das cartas, e sim da sua eficiência (caso a ideia seja um deck budget, podes abrir outro tópico com a tag budget).

1º: O deck parece fazer de tudo um pouco, mas não tem exatamente um plano concreto. Não entendo completamente o papel da Ajani Goldmane nesse deck... O +1 dela ajuda muito pouco perto de outras cartas que podem ganhar vida mais facilmente e mais eficientemente, o -1 dela pode possibilitar um ou outro ataque mas também não é fenomenal (um Always Watching faz o mesmo de forma mais eficiente...), e não vejo a necessidade do ultimate dela também, já que suas criaturas já ficam gigantes de qualquer modo...

2º: 2x Ghostly Prison e 1x Blood Moon me parecem cartas um pouco perdidas no deck... Parece insinuar uma ideia de Taxes, mas apenas essas 3 cartas não fazem o trabalho, volta na questão de não ter um plano claro. A ideia é atacar ou a ideia é taxar o oponente? As duas coisas ao mesmo tempo não funcionam, e especialmente Ghostly Prison e Blood Moon + Path são nombos (interação ruim, ao contrário de combo). Além disso, Ajani Vengeant também é uma carta que tenta taxar o oponente "tirando" uma land dele até a ultimate, e também não gosta muito do Path.

3º: O Púrforo é uma escolha interessante e se torna uma win condition alternativa, ou para acelerar o beat down. Praticamente impossível remover ele pois efeitos que exilam encantamentos não são jogados no formato e ele nunca vira uma criatura nesse deck.

4º: Norin é a estrela do deck, interage muito bem com Púrforo, com as Sisters e com Genesis Chamber, além de ser um pesadelo interagir com ele...

Agora para minhas sugestões:

-1 Ajani Goldmane
-2 Ghostly Prison
-1 Blood Moon

+1 Soul Warden
+1 Champion of the Parish
+2 Path to Exile

Como eu disse, o deck me parece carecer de foco, e parte disso vem das cartas de Taxes perdidas... Elas não são suficientes para parar a grande maioria do formato, mas acabam diluindo um pouco o seu plano. Além disso, Path é horrível com essas cartas, e acho que a remoção acaba sendo mais importante, especialmente no atual Meta.

-2 Brave the Elements
+2 Mentor of the Meek

Entendo a ideia do Brave the Elements, mas ele não protege de Wrath of God, Supreme Verdict ou Damnation (sim, ele protege contra Anger of the Gods e Piroclasma, mas é só). O Mentor of the Meek torna seu deck muito mais resiliente, interage muito bem com Norin e Genesis Chamber faz você ter mais gás no fim do jogo. Removal que troca 1 por 1 acaba sendo vantajoso para você, pois cada carta sua vale 2 (ou 3, com o Norin em jogo) cartas.

-1 Púrforo
-1 Ajani Vengeant
-1 Plains
+1 Clifftop Retreat
+1 Cavern of Souls
+1 Rugged Prairie

As combinações de cores inimigas (como RW) sofrem com os ciclos de lands incompletos. Sendo assim, as Checklands e as Filterlands acabam sendo as únicas opções viáveis, ao lado das Pains e Shocks que já estão no seu deck. Como não tens muitos terrenos com subtipos básicos, uma Check basta, assim como apenas uma Filter pois tens vários terrenos que não geram mana colorida. A terceira cópia de Cavern of Souls se torna relevante com a saída de diversas cartas que não são criaturas, tornando sua base de mana mais consistente. Além disso, 18 terrenos é muito pouco, não importa o deck que estejas usando... Com cartas de 3 e 4 manas, 20 é o mínimo aceitável, e mesmo assim prevejo alguns Paths nas suas próprias criaturas de vez em quando...

Boa sorte com o deck, se quiseres discutir as sugestões acho totalmente válido.

EDIT: Adicionei uma Filterland na sugestão, havia esquecido dela


Editada em: 26-07-16 13:56:37 por kohelfs.

Editada em: 02-08-16 12:21:30 por kohelfs.
 
gutoferreirinha

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Postado em: 27/07/16 00:50
Sim! Vamos conversar sobre o deck! Tenho o interesse de transformá-lo no mais competitivo possível! Sem pensar em budget, pensando no melhor para o deck, mesmo!
Anotei todas as sugestões e concordo com a grande maioria. A única coisa que penso que funcionaria ainda é o brave the elements, pois protege as criaturas contra path, bolt e ainda permite que eu ataque com um pridemate ou champion 15/15 sem que o oponente possa se defender.
O mentor ajuda muita com cards advantage, realmente. Não havia pensado nele. Colocarei no deck com ctza!
Como vc disse, Purphoros, junto com Norin e Gênesis é uma win condition (na verdade, a principal), portanto o mentor ajuda a filtrar e encontrar essas cartas!
Em relação à Boros charm, bolt e helix, acha que os 3 devem estar no deck?

E como enfrentar os demais deck do meta? Sou iniciante no modern e tenho muita dificuldade para construir o side.

Muito obrigado pela ajuda!
Abs!

Editada em: 27-07-16 13:17:43 por gutoferreirinha.
 
kohelfs

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Postado em: 02/08/16 15:01
Olá. Desculpe a demora em responder...

Brave the Elements ainda não me parece uma carta que valha a pena... Posso estar enganado, mas minha experiência jogando com ela no Boros Allies me diz que é melhor um threat ou um removal no lugar dela... O maior culpado disso é o fato de que a maioria dos decks incluem 2 ou 3 cores (ou até mais), tornando difícil usar ele para "passar por cima" das criaturas do oponente. Além disso, caso o oponente tenha uma criatura branca e uma remoção preta, por exemplo, tu corres o risco de levar um 2 por 1 ao usar o Brave para atacar. Finalmente, caso estejas atacando com uma criatura 15/15 e o oponente estiver no modo "chump block", dificilmente ele se recuperará, sendo essa uma situação de "ganhar mais", que não ajuda quando estiveres atrás.

Boros Charm e a dupla Lightning Helix e Lightning Bolt são cartas essencialmente diferentes. Charm é uma carta primariamente de proteção, que te protege contra grande parte das remoções do formato (exceto Path) e sweepers, além de poder te dar uma vitória "do nada" ao bater com uma criatura 6/6 ou 7/7 e dar golpe duplo. Já os "Lightnings" são primariamente remoções, sendo Bolt uma das mais eficientes no formato, e Helix é uma ótima pedida contra decks ultra agressivos como Burn e Zoo. O que ambas as cartas fazem é dar "alcance" ao seu deck, ou seja, quando o campo fica travado, causar 6~7 pontos de dano pode ser o suficiente, então acho que todas as cópias podem ficar no deck sim. Se fosse tirar algo, seriam os Helix, até porque seu match contra burn já deve ser muito bom baseado na quantidade de vida que consegues ganhar.

Quanto a enfrentar o meta... Acho que algumas cartas fundamentais no seu sideboard são:

Rest in Peace: Excelente contra decks que usam o cemitério (Living End, Dredge, Aristocrats, Melira Company), não é mais usada no formato pois a maioria dos decks sofrem com o próprio veneno (prejudicando Snapcaster e Lingering Souls, por exemplo).

Stony Silence: Essa carta simplesmente acaba com Affinity e Lantern e atrasa imensamente Tron. Hate específico, mas muito eficiente.

Blood Moon: Sim, eu sugeri tirar a sua Blood Moon do deck. O ponto é que uma cópia no main deck é uma carta morta contra Burn, Merfolks, Blue Moon, Stompy, Dredge, Company (4x Hierarca, 4x Birds...), Martyr Life e a maioria dos rogues do formato. No entanto, a carta é ótima contra Eldrazi, Tron, Jund/Junk e Esper. Blood Moon é o predador de bases de mana gananciosas, e há várias no Modern, sendo ela uma boa pedida de sideboard (possivelmente em 2 ou 3 cópias).

Kataki, War's Wage: Outra carta fenomenal contra Affinity e Lantern, mas não tão eficiente quanto Stony Silence (e especialmente ineficaz contra Tron). No entanto, ele é uma criatura, se achares que Stony Silence dilui demais seu jogo, Kataki pode ser uma bom substituto.

Blessed Alliance: A carta é simplesmente fantástica, não vejo motivos para não incluí-la no sideboard. Um banho de água fria para qualquer Infect ou GW Auras (como Celestial Flare sempre foi), agora tem a possibilidade de desvirar criaturas (especialmente com Champion of the Parish ou Ajani's Pridemate), ganhar 4 de vida contra burn, ou, se o jogo se estender, tudo isso junto. Muito flexível, em mais de 90% dos casos é um Celestial Flare aprimorado (não obriga a sacrificar bloqueadora, mas raramente isso é relevante, especialmente sem criaturas com Atropelar).

Spellskite: Outra opção ótima para parar Infect e GW Auras.

Kor Firewalker: Simplesmente acaba com o Burn. Se seu match for ruim, vale a pena incluir, mas acho que seu deck já é naturalmente forte contra burn, então ele acaba não valendo a pena.

Hex Parasite: Uma carta pouco conhecida mas que tem aparecido em alguns sideboards devido ao aumento no uso de planeswalkers. Ótimo contra Nahiri, pode ainda entrar contra Jund/Junk (tira Liliana e ainda se alimenta dos marcadores de Scavenging Ooze, Raging Ravine...)

Celestial Purge: Lida com um grande número de problemas difíceis de interagir, como Liliana, Nahiri, Night of Souls' Betrayal, Raging Ravine, e qualquer nonsense vermelho ou preto que possa aparecer.

Deflecting Palm: Mais uma carta eficiente contra Infect. Como acredito que seja um dos piores matchs do deck, a inclusão é válida.

Um sideboard razoável poderia ser algo do tipo:

3x Rest in Peace
3x Stony Silence
3x Blood Moon
2x Blessed Alliance
1x Spellskite
1x Hex Parasite
1x Celestial Purge
1x Deflecting Palm

 
Hollow

Esquilo
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Postado em: 02/08/16 15:31
Minha modesta opinião:

Purphoros: Sim, ele é boladão. Sim, ele provavelmente é a principal Win Condition do deck. Mas eu acho 3, muito. Você precisa de um único por jogo, e não quer comprá-lo nos turnos iniciais. Além disso, ele não ajuda muito se você não tiver o Norin. Eu testaria com 2;

Ajani Goldmane: Não faz o bastante para justificá-lo neste deck. Você ganha vida bem mais fácil por outros meios que custam menos que 4 manas.

Mentor of the Meek: É uma máquina nesse deck. Te dá muito fôlego. Adicionaria 1 ou 2 (apesar de tudo, é um bicho de 3 manas que morre pra Raio).

Brimaz: Me parece uma opção sólida. Ele sozinho enche sua mesa, bota uma grande pressão no adversário, é relativamente chato de remover. Acho que pode valer a pena usar 1.

Auriok Champion: Me parece bacana. Uma Soul Sister que "só morre pra Path". Ganha vida, bloqueia eternamente... acho que pode valer a pena o teste.

No mais, acho que Blood Moon é uma carta fantástica e pode funcionar no seu deck. Mas aí acho que você precisa mudar a cara dele um bocado. Colocaria um punhado de cópias, usaria mais fetchs e básicas... como sideboard plan, acho bastante eficaz.

Acho que você está usando poucos terrenos. Eu tentaria puxar ali pra uns 21 ou 22 terrenos. Você tem cartas de custo 4. Pra você ter acesso a 4 terrenos num deck que tem 18/60 é complicado. Ghostly Prison eu acho relativamente inútil no seu deck. Acho que provavelmente seria mais eficiente ter mais Paths à disposição do que isso. Em que pese a possibilidade de você inutilizar um possível exército de 1/1 que suas Genesis Chambers gerem para o oponente, você também provavelmente gerará muitos tokens pra trocar no combate, com o diferencial de que os seus provavelmente terão te dado draw (Mentor), causado dano (Purphoros), ganhado vida (sisters), e possivelmente aumentado o poder de algum outro bicho.

Tem um encantamento que é "um Mini Purphoros" também que pode valer a pena. Não lembro o nome.
 
kohelfs

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Postado em: 03/08/16 17:41
O encantamento deve ser Impact Tremors, que pode ser uma boa opção, por custar apenas 2 manas. Não tinha pensado nisso, ele causa menos dano do que o Púrforo, mas o fato de ele entrar no turno 2 também significa que ele estará causando dano mais cedo... Vale a pena testar.
 
gutoferreirinha

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Postado em: 16/08/16 11:09
Caras, fiz umas mudanças bacanas no deck e por enquanto, desde que mudei, só perdi uma partida

Norin & Sisters - Modern
2016-08-16  
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gutoferreirinha
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[deck=405564]



Ainda estou pensando e avaliando sides, mas o que acham do main?

ele tem funcionado bastant, a úncia carta que raramente vem e mesmo quando aparece, não resolve muito, é a Auriok Champion. Tenho plena consciência da força e potencial dessa carta. é realmente ótimo. Mas acredito que um ranger of eos a mais ou um mentor of the meek podem vir a ajudar mais.

Editada em: 16-08-16 11:09:28 por gutoferreirinha.
 
kohelfs

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Postado em: 17/08/16 11:28
Estás gostando do Brimaz? Eu não sou o maior fã da carta, já que ele demora para dominar o jogo e é facilmente removível... A Aurioque é uma opção excelente contra Jund e Grixis, já que eles simplesmente não tem como remover ele (salvo um -2 da Liliana no caso do Jund), mas contra grande parte dos decks no formato ele é só uma Sister mais lenta. Se achas que ele está atrasando seu jogo, mova para o side, eu particularmente acho que ele tem lugar nos 75, pelo menos.

Outras cartas que eu não tinha pensado são Pia and Kiran Nalaar, que sinergiza bem com a Chamber e Thalia's Lieutenant, que é um Campeão da Paróquia que bomba seu time quando entra, mas custa 2. Eu testaria tirar o Brimaz (já falei que não sou fã? hehe) e a Aurioque e colocar mais um Ranger of Eos (a carta é fenomenal) e alguma dessas cartas para testar, aí faz um rodízio e vê qual joga melhor no deck.

Meu principal argumento contra o Brimaz é que ele não é humano (não desencadeia habilidade do Campeão da Paróquia) e faz o papel de uma Genesis Chamber lenta e fácil de remover (botar fichas em campo).
 
fairon

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Samambaia - DF

Postado em: 17/08/16 12:05
Acho o brimaz legal no deck, interage bem com o deck.

Já tentou ver se não fica melhor Thalia's Lieutenant no lugar de Campeão da Paróquia ou até mesmo Squadron Hawk?

 
gutoferreirinha

Esquilo
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Postado em: 17/08/16 12:40


Acho totalmente válidos os pontos levantados em relação ao Brimaz. Toda vez que ele aparece para mim é sempre uma ajuda. É uma carta que nunca atrapalhou em um draw (pelo menos até agora). E ainda tem a questão da vigilância. Me ajuda a colocar ficha nos dois turnos, o que pumpa o ajani's pridemate com as sisters. Além do que, caso ele seja removido, antes ele do que as sisters, o champion ou o ajani. Penso sempre nele como um alvoMas concordo que por conta de não ser humano, acaba complicando um pouco.

Vou fazer o teste sim com o Tenente, com ctza!
Em relação à Pia e Kiran, acho um pouco ruim pois é preciso pagar 3 manas todo turno e sacrificar um artefato para o que o Purphoros e/ou o impact tremor fazem enquanto encantamentos.

O ideal seria uma carta que faz o que o Genesis chamber faz, mas com humanos!

Pretendo mesmo adicionar pelo menos mais um ranger of eos. acho indispensável no deck pois tutora as principais cartas do deck.

Quais vocês acham que são os Bad match e os que o deck tira de letra?

Tenho tido extrema facilidade (muito por conta de sorte tbm) com decks Eldrazi, o que me tem sido uma grata surpresa hahaha

 
gutoferreirinha

Esquilo
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Postado em: 17/08/16 12:44

Acho que no lugar do Campeão não ajuda muito, pois o Campeão é uma mana só. Turno 3 o bichinho já pode estar bichão: um 6/6 no mínimo, enquanto o Tenente estaria entrando em campo ainda e tiraria mana de um possível norin ou sisters. Mas como complemento acho muito bom!

O Squadron ajudaria em por conta do flying, tanto pra bater quanto pra bloquear. Mas o problema seria arranjar os 4 slots pra ele em campo, além de ser um bicho 2 manas 1/1. Acho na versão Soul Sister uma carta imprescindível. Importante e forte pra cacete, mas nessa versão Norin Sisters, não vejo muito espaço.

 
kohelfs

Esquilo
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Postado em: 18/08/16 20:34
A ideia dos Nalaar é colocar 3 criaturas em campo com uma carta só, sendo que duas delas voam. A habilidade ativada não é o ponto fundamental da carta, especialmente se for para causar 2 ao oponente, a habilidade serve mais como controle na maioria dos decks que usam Pia and Kiran. Mas pode ser um pouco lento, por isso falo em testar a carta e sentir, apenas olhando para a lista é difícil saber se vai funcionar bem ou não (pelo menos difícil para mim, que não tenho muita experiência pilotando o deck).
 
LuisFelipe

Esquilo
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Hortolândia - SP

Postado em: 19/08/16 05:58
Eu não vou lembrar a lista que bolei de cabeça agora, mas eu dei um jeito de enfiar no deck 4 Eldrazi Displacer e 4 Tenente de Thalia. Tirando os gatinhos, o resto das criaturas são humanos! O deck ficou bem forte, muitas interações com os diferentes blinks gerados, enfim, ficou um deck boladíssimo! E não tão caro!
 
luan_armani

Esquilo
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Americana - SP

Postado em: 19/08/16 14:21
Cara, eu jogo com esse deck há muito tempo e gostaria de fazer algumas considerações:

Primeiro, uso essa lista aqui:

http://www.ligamagic.com.br/?view=decks/view&id=396088

Câmara de gênese não vale a pena. Por quê? Porque ela é boa só quando o Norin está em campo, porque aí faz muito token e melhor ainda com norin + purphros, porque faz token = block e pressão e também dá dano no cara.
Porém, ao colocar tokens também pro adversário, suas criaturas que ficam gigantes terão um block pra superar e, a não ser que sua principal ideia seja vencer com o purphros, seria legal que campeão da paróquia, tenente de thalia e companheiro de bando de ajani tenham o campo livre pela frente.

O Ranger of Eos parece lento, mas é magnífico! Ele te dará uma CA muito boa no late game. Você terá muitas opções pra buscar e seu adversário já terá gasto muitas remoções.

O Fling é uma carta na manga pra quando seu jogo estiver meio travado.
Como suas criaturas ficam grandes muito rapidamente, você usa um fling em uma delas e pode ser um insta kill no cara.
Eu aposto nessa lista baseada em criatura: algo mais agressivo e que te dá consistência devido as sisters.


Se fosse por outro caminho, apostaria numa versão pra inflar a mesa com tokens e então colocaria impact tremors.
Usaria também o Brimaz, Guarnição de Hanweir e Reunir o Povo (imagine você com menos de 5 de vida, com purphros em campo e castando isso. São 10 de dano por dois manas!). Assim, tiraria as criaturas que crescem.
Desse modo, a principal ideia do deck seria lotar a board com tokens, ferindo lentamente a vida do cara com impact tremors e purphros.

Particularmente, gosto mais da primeira =D
 
gutoferreirinha

Esquilo
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Postado em: 04/09/16 08:48
O Panharmonical que tá prã sair nessa próxima edição não é uma boa carta para esse deck?
 
kohelfs

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Postado em: 08/09/16 00:35
A carta é interessante, e eu pensei nela no deck também. No entanto, o que poderia ser tirado? Me parece que o Panharmonicon é uma carta que faz você "ganhar mais", ou seja, jogos em que você está na ganhando ficam ainda mais fáceis, mas em jogos onde você está atrás ele é uma carta de 4 manas que não faz "nada". Se o board já estiver cheio, nós já estamos com vantagem, então não sei se o Parharmonicon é necessário nesse deck...

EDIT: Só para deixar claro que eu não acho que a carta não tenha um power level absurdo no deck, ela dobra a eficiência de quase todas as permanentes do deck, o problema é que ela não faz nada sozinha, e ainda por cima, custa 4, o que é bem ato na nossa curva...

Editada em: 08-09-16 00:36:54 por kohelfs.
 
gutoferreirinha

Esquilo
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Postado em: 08/09/16 08:19

Mas se pararmos para pensar, nada no deck joga sozinho. E eu também achei alto o custo, mas é o mesmo de Purphoro e Ranger of Eos. Ele dobra tanto dano quanto pontos de vida.

Imagina a situação com 1 Norin, 1 Purph e 1 Gênesis Chamber.
Joga o pantharmonical, blinka Norin, volta Norin, 2 de dano do Purph, dobra o dano. Entra 1 Myr, dobra a entrada de Myr, cada Myr da 2 de dano, dobra os danos. No final do turno vc deu 12 de dano no oponente com 1 jogada. Se vc jogar qualquer outra criatura é gg. Sem contar que vc pode ter sisters, champions, ranger of eos entrando (o que faz procurar 4 cartas de custo 1 ao invés de 2), pridemate.
A sinergia é ridícula. O problema é mesmo o que tirar, pq penso que deveria entrar, pelo menos, 2 ou 3 cópias desse artefato no deck.

 
Metthews_BH

Esquilo
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Contagem - MG

Postado em: 08/09/16 21:14
Eu tentaria usar preto tb.
uso essa lista:

1 Urborg, Tomb of Yawgmoth
1 Blood Crypt
2 Godless Shrine
1 Sacred Foundry
3 Bloodstained Mire
1 Bojuka Bog
2 Cavern of Souls
3 Marsh Flats
2 Vault of the Archangel
2 Swamp
1 Plains
1 Mountain

3 Genesis Chamber
3 Path to Exile
4 Champion of the Parish
4 Thalia's Lieutenant
4 Soul Warden
2 Soul's Attendant
3 Ajani's Pridemate

4 Bitterblossom
3 Dark Confidant

2 Purphoros, God of the Forge
3 Norin the Wary
3 Lightning Bolt
2 Legion Loyalist
 
kohelfs

Esquilo
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Postado em: 12/09/16 07:48
E o que achaste de Animation Module, outra carta nova de Kaladesh, no deck? A carta custa apenas 1, funciona "sozinha" (só precisa de uma criatura para dar +1/+1 e quando tiver Sister + Pridemate é um Thopter Foundry + Sword of the Meek (1: bota um 1/1 e ganha 1 de vida).

Quanto ao Panharmonicon, eu acho válido testar, mas nessa mesma situação, caso fosse qualquer criatura em vez do Panharmonicon, tu terias dado 8 de dano e teria essa criatura a mais na mesa, uma criatura que seguramente teria uma utilidade, além do que, na situação que colocaste, dificilmente perderias o jogo, não precisa do Panharmonicon, já em uma situação em que estás perdendo (o tipo de situação mais importante no Magic, pois cartas que te ajudam quando estás ganhando existem aos montes) ele é um top deck horrível... Por exemplo, se na mesma situação (que é quase um best case) não tiveres o Norin, e deres top deck no Panharmonicon, vais gastar 4 manas, colocar ele em jogo e passar sem fazer "nada" naquele turno, e terás que tentar um top deck no próximo turno para seu jogo funcionar... Caso fosse qualquer criatura, colocarias uma ficha 1/1, darias 4 de dano e possivelmente a criatura triggaria da ficha, ganhando vida ou comprando cartas.

Minha maior preocupação quando incluo uma carta no deck não é identificar em quantas situações a carta funciona bem, mas sim em quantas situações a carta funciona muito mal, e o Panharmonicon possui muitas.
 
Hollow

Esquilo
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Postado em: 13/09/16 09:03

Acho válido esse ponto de vista, mas tem que tomar cuidado pra não estudá-la de maneira simplória demais ou errônea. Todos os decks têm cartas ruins em variadas situações. Meu Jeskai Control tem um punhado de Remands que direto aparecem quando meu oponente já tem Caverna das Almas, Aether Vial e dois Lords tritões em campo. No Dredge, direto eu tombo 6 cartas e vêm uns Tormenting Voices, Faithless Looting e Insolent Neonate.

Enfim... neste mesmo deck, numa situação que você está atrás, dar draw em um Norin, Genesis Chamber, ou mesmo uma sister, é horrível também.

Não sei se a carta justifica um slot no deck. Mas eu acho que essa análise tem que ser bem feitinha, porque ela me parece ter um potencial enorme de virar jogos "amarrados".

 
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